Viva o 36º aniversário de nossa vitoriosa e invencível Guerra Popular! (Parte I)

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Iniciamos, a seguir, a publicação da declaração do Movimento Popular Peru (Comitê de Reorganização), organismo gerado do Partido Comunista do Peru (PCP) para o trabalho estrangeiro, por ocasião do 36º aniversário da Guerra Popular no Peru, completos em 17 de maio último. Publicaremos a declaração em duas partes, na atual (nº 171) e na próxima edição. Retirado da página vnd-peru.blogspot.com.br.

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Proletários de todos os países, uni-vos!

Exultantes de otimismo e júbilo revolucionário por este 36º aniversário da Guerra Popular no Peru, de ILA 80, queremos expressar primeiramente nossa saudação e sujeição livre, plena e incondicional a nosso querido e respeitado Presidente Gonzalo, Chefe do Partido e da Revolução, nossa Chefatura, centro de unificação partidária e garantia de triunfo que nos leva até ao comunismo, o maior marxista-leninista-maoísta vivente sobre a face da terra; a nossa invicta e todo-poderosa ideologia, o marxismo-leninismo-maoísmo pensamento gonzalo, aplicação do maoísmo às condições concretas da revolução peruana e do mundo atual; ao heroico combatente que dirige nossa causa, o Partido Comunista do Peru, vanguarda organizada do proletariado peruano e máquina de guerra que, junto ao EPL, vem destruindo e varrendo, parte por parte, o velho Estado peruano, defendendo e construindo com guerra popular o novo Poder e cumprindo a tarefa de sua reorganização geral aplastando o novo revisionismo; nossa saudação e sujeição a quem vem assumindo a tarefa da Reorganização Geral do Partido, forjando assim sua atual direção, provando nos fatos ser forja do Presidente Gonzalo e que vem avançando nessa tarefa, cumprindo com os planos e campanhas estabelecidas em ardorosa briga e pujante luta de duas linhas, aplastando descaradas e sinistras patranhas contra a Chefatura, o PCP e a Guerra Popular.

Expressar, também, nossa saudação e sujeição livre, plena e incondicional ao I Congresso do Partido, grande vitória da Guerra Popular, que cumpriu a tarefa pendente de sua realização desde a fundação do Partido por Mariátegui em 1928. Grande contribuição à revolução mundial. Um Congresso marxista, congresso marxista-leninista-maoísta pensamento gonzalo, principalmente pensamento gonzalo, que nos deu a Base de Unidade Partidária (BUP) com seus três elementos: nossa ideologia, o marxismo-leninismo-maoísmo pensamento gonzalo, principalmente pensamento gonzalo; nosso programa e a Linha Política Geral com seu centro, a Linha Militar; ao III Pleno do Comitê Central, segundo marco de importância depois do Congresso do Partido; também ao Discurso do Presidente Gonzalo de 24 de Setembro de 1992, síntese do III Pleno glorioso e que nos chama a prosseguir pelo que somos, isto é, comunistas em formação.

Neste 36º aniversário da Guerra Popular, saudar repleto de júbilo revolucionário o proletariado e o povo do Peru, especialmente o campesinato, principalmente o campesinato pobre; saudamos as massas populares porque elas são as que fazem a história e estão levando a cabo a guerra popular, saudamos aos dirigentes, quadros e militantes do Partido, aos combatentes do EPL e as massas do novo Poder.

Saudamos o proletariado internacional e os povos do mundo que lutam incansavelmente e inseparavelmente contra o imperialismo, o revisionismo e as forças reacionárias em todo o mundo, desenvolvendo a Nova Grande Onda da Revolução Proletária Mundial em sua atual etapa de ofensiva estratégica. Nós saudamos a todos os Partidos Comunistas e organizações revolucionárias que lutam por pôr o marxismo-leninismo-maoísmo como mando e guia da revolução mundial.

Expressamos nosso compromisso de dar a vida hoje e sempre pela defesa de nossa Chefatura, o Presidente Gonzalo e seu todo-poderoso pensamento gonzalo, inseparavelmente unida à tarefa de servir para impor o maoísmo como único mando e guia da revolução mundial. E saudamos o vitorioso desenvolvimento das duas campanhas unidas que dirigem o Partido no Peru e no estrangeiro: a campanha pela defesa da Chefatura do Presidente Gonzalo e o pensamento gonzalo, e a campanha pelo maoísmo.

Nós saudamos neste dia o proletariado, o povo, porque somos conscientes como nos ensina o Presidente Gonzalo, que eles fazem a história, eles são os que fazem a guerra popular, que é a continuação da luta de classes com as armas na mão. Porque dirigindo as massas, o Partido, com guerra popular, enfrenta a guerra contrarrevolucionária, defende as grandes conquistas da revolução durante estes trinta e seis anos e aplasta o novo revisionismo, inimigo jurado do Presidente Gonzalo, do Partido e da guerra popular, em suas duas variantes que tratam de usurpar o nome do Partido: a encabeçada pelas ratazanas revisionistas e capitulacionistas Miriam, Pantoja, Cox, Morote com seu “partideco” revisionista, o PCP/Movadef; e a encabeçada pela camarilha das ratazanas revisionistas e capitulacionistas dos Quispe Palomino com seu “partideco” revisionista PCP-MLM. Malditas ratazanas traidoras e renegadas que, confabulados com a reação e o imperialismo, pretendem liquidar o PCP e servem a todas as patranhas da CIA-reação peruana contra o Presidente Gonzalo e seu todo-poderoso pensamento.

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A situação atual e a guerra popular mundial

Neste novo aniversário, queremos reiterar que a guerra popular no Peru, como na Índia e outros lugares, contribuem para o desenvolvimento da revolução mundial. Se olharmos os pontos candentes principais, um segue sendo o Oriente Médio, agora ampliado, e outro está na própria Europa, na Ucrânia; não são os únicos, mas sim os que centram agora mais atenção. Como estabeleceu o Partido, ali está se expressando a primeira e principal contradição, que é entre nações oprimidas por um lado e superpotências e potências imperialistas do outro, que se resolve com revolução democrática, a qual demanda guerra popular.

Nestas regiões, também estamos assistindo ao desenvolvimento das contradições entre as superpotências imperialistas — a superpotência hegemônica única, o imperialismo ianque, e a atômica Rússia —, entre superpotências e potências imperialistas e entre as próprias potências imperialistas.

Estas contradições interimperialistas pelo butim estão se desenvolvendo através de uma de suas formas: a guerra de agressão imperialista contra os países oprimidos desses lugares, e até em sua segunda forma: a guerra mundial imperialista pela nova repartilha mundial, que não se dá pelo momento.

A segunda contradição, proletariado-burguesia, segue desenvolvendo-se como visto na declaração do 1º de maio dos Partidos e organizações comunistas. A contradição burguesia-proletariado se resolve com revolução socialista, e em perspectiva posterior e em períodos desiguais, com revolução cultural proletária, aqui também a questão é levá-las através de guerra popular.

Continua na próxima edição.

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