Ato em memória de Adriano Benayon no Rio de Janeiro

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No dia 2 de junho de 2016, uma quinta-feira, dezenas de pessoas se reuniram no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, na Cinelândia, área central da cidade, num ato organizado pelo jornal A Nova Democracia em memória de Adriano Benayon, falecido no último dia 11 de maio.

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Mesa do ato em homenagem ao professor Adriano Benayon

A atividade, que contou com a participação da filha e do genro de Benayon, Wanessa Ribeiro e Murilo de Souza, foi uma homenagem ao grande brasileiro, economista, advogado e professor que dedicou sua vida em defesa dos interesses nacionais, como abordamos em nossa última edição no artigo ‘À memória do democrata e patriota Adriano Benayon’.

A mesa do evento foi composta, além de filha e genro, pelo professor Fausto Arruda, diretor do AND, e Paula Máiran, presidente do Sindicato dos Jornalistas. Marcaram presença personalidades democráticas como Paulo Passarinho (apresentador do programa Faixa Livre), Fernando Siqueira (presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras), Marino D’Icarahy (membro da Associação Brasileira dos Advogados do Povo) e José Pimenta (membro do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos).

Entre as entidades e organizações populares, estiveram a Liga dos Camponeses Pobres (LCP), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), Movimento Feminino Popular (MFP), Unidade Vermelha (UV), Movimento Classista em Defesa da Saúde do Povo, Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de BH e Região (Marreta), Sindicato dos Nutricionistas do Estado do Rio de Janeiro (Sinerj) e a Frente Anti-imperialista.

A atividade teve início com uma explanação do professor Fausto Arruda, que destacou a importância do pensamento de Adriano Benayon, e, após as falas dos componentes da mesa, a palavra foi aberta ao público, que deixou suas opiniões e saudações.

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Essas lições do Benayon ficam para todos nós e, principalmente, essa experiência da troca de contribuições intelectuais com o professor Benayon promovida pelo jornal A Nova Democracia aponta que nós temos um caminho muito fértil para justamente viabilizar a construção coletiva de projeto para o Brasil. (Paulo Passarinho)

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Tudo o que é de interesse, para o bem do país e da classe trabalhadora, é escondido debaixo dos panos. O Adriano tinha uma visão muito lúcida desse esquema que funciona há tempo. Na leitura de seus textos a gente conseguia compreender que não chegamos nesse caos por acaso.
(Murilo de Souza)

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O Benayon era realmente muito preocupado com o jornal. Eu vi poucas pessoas vibrarem tanto com o jornal quanto ele. Quando tinha reuniões do Conselho Editorial, ele viajava de Brasília para o Rio,  fazia questão de pagar a passagem e, para nos ajudar, fazia assinaturas do jornal para seus amigos.
(José Ricardo Prieto)

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A própria elite dominante divulga e neutraliza a gravidade de um dado que não sai da minha cabeça, que é o da concentração de renda cada vez maior. A cada ano, mais dinheiro está nas mãos de menos gente no mundo. E nosso país está submetido a essas oligarquias de sempre. Precisamos nos libertar disso.
(Paula Máiran)

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Como muitos que combatem a atual política de subjugação nacional imposta pelo imperialismo e implementada pelas classes dominantes lacaias, Benayon não era um comunista, entretanto, tinha com o programa da Revolução Democrática uma interseção bastante acentuada
. (Fausto Arruda)

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Eu vou falar mais do lado humano dele. Ele era uma pessoa muito boa com todos, uma pessoa maravilhosa. Lá em casa, ele tinha a mania de ajudar a gente com o olhar, que valia mais do que mil palavras.
(Wanessa Ribeiro)

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Queria parabenizar o evento em defesa de um grande brasileiro. Eu tive a honra de conviver com Bautista Vidal e Adriano Benayon. Muitas vezes eles eram um braço, uma defesa da soberania nacional em Brasília. Trabalhávamos juntos em vários eventos e palestras. Me lembro da ênfase do Bautista em dar o soco na mesa e gritar ‘Canalhas!’, referindo-se aos entreguistas nacionais.
(Fernando Siqueira)

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Têm duas coisas que parece nos unir nesse momento: o sentimento anti-imperialista e a memória do Adriano Benayon. Eu digo a vocês: creio, sinceramente, que, pela experiência que todos nós temos, existe todo um campo de possibilidades a partir dessa crise que estamos vivendo para que a gente fortaleça e leve para as massas esse tipo de reflexão sem medo de achar que elas não estão preparadas.
(Dr. Marino D’Icarahy)

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