AND ano XV: viva a imprensa popular e democrática!

Em seu nº 172, o jornal A Nova Democracia completa quatorze anos de existência! Ingressamos  no ano XV com decisão e audácia renovados!  

Nascido da necessidade de uma Revolução Democrática no Brasil, o AND conformou uma linha editorial a partir do melhor que o pensamento nacional e a experiência internacionalista produziram.

Conteúdo exclusivo para assinantes do jornal A Nova Democracia

O entendimento de que a questão democrática passa essencialmente pela questão agrária e pela questão da independência nacional aliada ao combate a todo tipo de oportunismo e revisionismo deram ao AND uma feição ímpar na história da imprensa popular e democrática no Brasil.

O fato mais expressivo da existência do AND é que, diferente de praticamente todas as correntes políticas da esquerda brasileira, esta publicação não alterou sua linha editorial em uma linha sequer.

O ano de 2002 foi marcado pelo auge do oportunismo com a eleição de Luiz Inácio para o gerenciamento do velho e podre Estado brasileiro e, antes mesmo de se concretizar a abertura das urnas, a edição de  número 1 do AND denunciava o candidato do oportunismo como aderido à política de subjugação nacional imposta pelo imperialismo ianque.

Nossa matéria-prima é a luta do povo

Dando combate a toda reação e ao oportunismo, o AND foi gradativamente assegurando a sua existência, independente do velho Estado e dos “grandes patrocinadores”, ao ligar-se aos movimentos classistas e combativos do proletariado, do campesinato, da juventude, das mulheres, da intelectualidade honesta e dos defensores do pensamento nacional. Abrindo nossas páginas às lutas camponesas, indígenas e quilombolas, estampando-as a nível nacional, cumprimos um dos aspectos principais de nossa linha editorial, segundo a qual a Revolução Agrária é a base da Revolução Democrática e esses movimentos são a  força principal que dará fim a semicolonialidade no país.

Ao pisar e repisar na tecla sobre o caráter semicolonial do Estado brasileiro, nunca deixamos de frisar em nossas análises e informações que a derrama continuada dos recursos minerais, da produção agrícola e do resultado do trabalho da nação inteira para fora do país é a principal causa da miséria e do sofrimento de nosso povo jogado ao desabrigo, ao desemprego, às moléstias e endemias, à fome, à falta de educação e saúde, enfim.

Ao afirmarmos, independente de ser período eleitoral, que as eleições no Brasil são uma grande farsa, responsável pela reprodução de uma sistema político patrimonialista e calcado sobre os interesses de uma retrógrada oligarquia, alertamos também que a falsa democracia montada sobre um Partido Único com várias sublegendas, todas aderidas à política de subjugação nacional, só servem a manutenção do status quo e ao tão propalado Estado de Direito propagandeado pelos reacionários e pelos oportunistas: ditadura feroz para as amplas massas e democracia para uma pequena casta de exploradores e sanguessugas.

Vida simples e luta dura

Ingressar ao ano XV de existência e luta só foi possível por nossa ligação com as massas e pelo fato de extrairmos delas a nossa energia e sustentação. Por levarmos uma vida simples no nosso dia a dia como equipe de redação e comitês de apoio na dura missão de fazer o jornal e fazer o jornal ser lido.

A cada edição, pois, renovamos o nosso compromisso de fazer a principal imprensa da Revolução Democrática no Brasil.

Fausto Arruda
Presidente do Conselho Editorial do AND

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

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