Liberdade para os presos políticos da ATIK!

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Dia 17 de junho, várias organizações populares, democráticas e revolucionárias do Brasil se mobilizaram em ações de solidariedade e internacionalismo proletário para denunciar o sequestro e prisão arbitrária por razões políticas dos ativistas da ATIK (Confederação dos Trabalhadores Turcos na Europa) praticada por Estados imperialistas daquele continente, tendo Alemanha à cabeça. O ato denunciou o genocídio que o velho Estado turco pratica contra os lutadores revolucionários do Partido Comunista da Turquia/Marxista-Leninista (TKP/ML) e das massas, principalmente curdas, e agitou a palavra de ordem “A ATIK não está sozinha”, que é repetida nos protestos em todo o mundo exigindo a libertação incondicional dos ativistas.

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Manifestantes exibem faixa em apoio à ATIK na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro

Em 15 de abril do ano passado, o imperialismo alemão sequestrou e prendeu dezenas de ativistas da ATIK em vários países da Europa, como Grécia, França, Suíça etc., e os processou de acordo com as suas próprias leis. Uma verdadeira violação de todos os tratados internacionais.

Segundo informações do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo), foi realizada uma manifestação no Rio de Janeiro em frente ao consulado da Alemanha. Participaram do ato dezenas de ativistas de organizações democráticas e revolucionárias, estudantes, professores, trabalhadores, ex-presos políticos e representantes do movimento camponês combativo. No mesmo dia, na parte da noite, durante um debate realizado pela Frente Independente Popular (FIP-RJ) pela passagem dos 3 anos das jornadas de junho, que contou com a presença de 150 pessoas, foi realizado também um ato de solidariedade aos membros da ATIK (ver mais sobre o debate da FIP em nota na página 7).

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Manifestação em frente ao Consulado da Alemanha em Belo Horizonte (MG)

Em São Paulo, ativistas da Unidade Vermelha (UV), do Movimento Feminino Popular (MFP) e da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP) realizaram um ato em frente ao consulado alemão. Em Recife (PE) o ato foi realizado em frente ao consulado da Alemanha e foram distribuídos mais de mil panfletos para a população. No Centro de Petrolina (PE), professores e ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) atenderam ao chamado para apoiar a campanha de solidariedade e realizaram uma agitação pública.

Em Belo Horizonte (MG), no dia 24, ativistas de organizações revolucionárias, democráticas e populares protestaram em frente ao Consulado da Alemanha e fizeram panfletagem e agitação. Uma funcionária do Consulado recebeu e protocolou o recebimento do boletim distribuído pelos manifestantes durante o ato (mais informações na página 20).

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