Notícias da Guerra Popular

Azad vive na Guerra Popular

http://anovademocracia.com.br/173/24a.jpgHá seis anos, neste mesmo mês, o dirigente comunista maoísta indiano, camarada Azad, foi brutalmente assassinado pelo Estado fascista, pagando seu generoso tributo de sangue pela libertação da Índia do jugo do capitalismo burocrático serviçal do imperialismo, semicolonial e semifeudal.

Camarada Azad foi um destacado dirigente comunista e membro do Comitê Central do Partido Comunista da Índia (Maoísta), responsável do Comitê Central do partido por dirigir todo o trabalho do movimento revolucionário urbano e responsável pela direção da propaganda, pelas publicações (jornais e revistas do partido), pelo trabalho de educação política, entre outras responsabilidades, além de ter sido o porta-voz oficial do PCI (Maoísta) e ter desempenhado destacado papel na luta contra o caminho parlamentar e os “acordos de paz”, além da luta contra a traição no Nepal e o revisionismo do “caminho Prachanda”.

Em 1º de julho, enquanto se dirigia para Dandakaranya (região central da Índia), o camarada Azad foi descoberto pelos aparelhos genocidas do velho Estado indiano, capturado, preso, brutalmente torturado e assassinado; com ele, tombou o jornalista Hemchand Pandey que o acompanhava. O velho Estado indiano declarou, na ocasião, que Azad havia se chocado com tropas do governo e morto em combate, versão desmentida pelo PCI (Maoísta) e pelos democratas em todo o mundo.

Os corpos de Azad e Pandey foram jogados na selva de Jogapur (distrito de Adilabad, estado de Andhra Pradesh). Pessoas que viram os corpos de Azad e Pandey afirmaram que estes apresentavam marcas de agulha, provavelmente de uma injeção sedativa. Os fatos e denúncias que sucederam o assassinato de Azad revelam que o inimigo o capturou com o objetivo de matá-lo.

Mais de 6 anos após a morte de Azad, o PCI (Maoísta) segue vingando o sangue do dirigente e das amplas massas e combatentes tombadas em luta. Vitórias e mais vitórias se acumulam, desenvolvendo em novos patamares a situação revolucionária naquele país, construindo novo Poder com a heroica e invencível Guerra Popular.

Encerramos com as palavras do Núcleo de Estudos do Marxismo-leninismo-maoísmo que, sobre o camarada Azad, declarou:

“É impossível dissociar a figura desse proeminente dirigente comunista indiano das últimas quatro décadas de luta revolucionária e da invencível Guerra Popular em curso naquele país. Azad é um vigoroso exemplo de abnegação, vida simples, trabalho incansável para a revolução e pelos interesses do povo, dedicação ao estudo, enorme capacidade de trabalho sob as mais difíceis circunstâncias, destemor frente à reação. É um grandioso exemplo para todos os revolucionários da Índia e de todo o mundo. Os revolucionários brasileiros, em sua luta, também se espelham em Azad. [...] Apesar de ceifarem a vida de Azad, é impossível impedir que suas ideias se espalhem ainda mais entre os povos da Índia e de todo o mundo, e se transformem em força material através de guerras populares em outros países”.

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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