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Índia: guerrilheiros aniquilam 10 agentes da reação

Com informações do blog Revolución Naxalita

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O Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL) dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta) aniquilou 10 agentes da repressão genocida do velho Estado indiano, na segunda quinzena de julho. Os soldados aniquilados eram membros do CoBRA (Comando de Ação Decidida) — unidade considerada como a “elite” das forças de repressão do velho Estado na região.

Os soldados formavam uma unidade e foram emboscados pelos maoístas no distrito de Aurangabad, em Bihar. A emboscada foi realizada com um potente explosivo que paralisou o veículo militar da reação, procedido por um intenso combate armado. Os maoístas se retiraram com as armas das forças fascistas. Segundo a polícia, três guerrilheiros tombaram em combate — informação duvidosa.

Estado indiano prossegue genocídio

Com o avanço incontível da guerra popular, o velho Estado de grandes burgueses e latifundiários aplica o genocídio ante o temor de ser varrido pelas massas.

Mais um episódio deste tipo se fez conhecer no estado de Odischa. Seis camponeses, incluindo duas mulheres e uma criança de apenas 13 anos, foram assassinados friamente por paramilitares genocidas da Força Policial de Reserva Central (FPRC) enquanto viajavam de carro. Este sangrento episódio ocorreu durante uma operação anti-guerrilheira visando combater os maoístas.

Com o objetivo de fortalecer ainda mais a repressão genocida, treze novos batalhões policiais, incluindo um composto principalmente por distritos tribais — onde os maoístas são mais ativos — serão criados pelo velho Estado indiano nas próximas semanas. Dos outros doze batalhões, quatro atuarão em Maharashtra. Além disso, os critérios de recrutamento para esses batalhões serão reduzidos, especialmente no que diz respeito aos requisitos de idade e educação de jovens tribais.

PCI (Maoísta) denuncia barbárie

O Comitê Especial Zonal de Dandakaranya e da Sub-zonal de Bastar do PCI (Maoísta), em declaração neste mês de julho, denunciou a barbárie genocida implantada pela repressão contra a população da região. A declaração denuncia que em seis meses foram assassinadas 90 pessoas e ao menos 50 mulheres foram violadas pelas forças da repressão, além de dezenas de camponeses torturados acusados de apoiar a revolução. O PCI (Maoísta) reafirma a responsabilidade da gerência de turno da BJP por implantar o terror em Bastar.

As ações exitosas constituem mais um dentre os vários recentes êxitos militares, políticos e morais adquiridos pelo EGPL e pelo PCI (Maoísta) que o dirige, por isso o velho Estado ataca o povo com o genocídio. Êxitos que sustentam e fortalecem cada vez mais a verdade de que a linha da guerra popular é acertada, é a única capaz de combater o genocídio e de guiar as massas à Revolução que demandam.

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