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Síria: imperialistas impõem genocídio

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Bombardeios franceses sanguinários massacram civis na Síria

Mais uma série de bombardeios realizados pelos imperialistas ianques e franceses assassinou centenas de pessoas na Síria. Apesar do cacarejo de “combate ao terror” da dita “coalizão internacional”, as pessoas não foram mortas em combate, mas friamente assassinadas pelos agressores genocidas imperialistas.

O genocídio

Na segunda quinzena de julho, em Alepo, aeronaves ianques bombardearam civis que fugiam da guerra de agressão e do caos que se transformou a Síria. As vítimas deste massacre contabilizam 56 mortos, sendo mais de 11 crianças. Mais uma dezena de pessoas ficaram gravemente feridas. 

Dias antes já havia sido registrada outra carnificina cujo responsável é o imperialismo ianque. Bombardeios assassinaram 21 pessoas em Manbij, norte da Síria.

Foi divulgado também o assassinato, nos mesmos moldes, de outras 15 pessoas no bairro Hasawneh, em Al-Tukhar (também em Alepo), sem especificar a data do ocorrido.

Estas informações foram tornadas públicas pelo ‘Observatório Sírio base britânica para os Direitos Humanos’ (Sohr) em relatório.

Já aviões franceses bombardearam a cidade síria de Tujan al Kubra, ao norte de Manbech em 20 de julho. Segundo o Ministério das Relações Exteriores da gerência síria de Bashar Al Assad, “a agressão francesa matou mais de 120 pessoas, a maioria menores, mulheres e idosos, além de ter deixado dezenas de feridos, a maioria também crianças e mulheres”.

O mesmo Ministério denunciou ainda que outro massacre havia sido deflagrado pelos aviões franceses no dia 18 de julho, na cidade de Manbech. Na ocasião, 20 civis foram assassinados.

Tigres de papel

Esses rotineiros atos genocidas perpetrados pelo imperialismo, principalmente o ianque, são provas de que para sustentar sua posição de superpotência hegemônica única necessita aplicar o massacre indiscriminado, o genocídio; e isso, por sua vez, engendra e fortalece seus inimigos que necessitam ser unidos sob direção do proletariado.

Não obstante, o papel exercido pelo imperialismo francês naquela região, tendo atuação destacada nas guerras de rapina, é justamente a causa dos seus problemas com os atos de guerra que, desde o ano passado, explodem nas suas entranhas. O que o monopólio da imprensa e o próprio imperialismo chamam de terrorismo, nós afirmamos: é a guerra imperialista regressando à casa.

Tal como afirmamos em AND nº 173, ademais do genocídio e massacres, “brilhantes perspectivas revolucionárias se abrem!”. Para concretizá-las, entretanto, necessita a guia revolucionária, o Partido Comunista maoísta naquela região para consolidar a união da frente de resistência anti-imperialista, unindo e dirigindo todos os susceptíveis de unir e dirigir para esmagar o verdadeiro terrorismo: o imperialismo, principalmente o ianque.

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