Presos políticos democráticos

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Índia: Kobad Ghandy em greve de fome

Com informações do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo)
http://anovademocracia.com.br/175/22-kobad.jpg
Kobd resiste na prisão!

Kobad Ghandy iniciou uma greve de fome em 15 de julho de 2016, em protesto contra as “autoridades” da prisão e pela arbitrária decisão de deslocá-lo do pavilhão 1 para o pavilhão 2 do presídio de Tihar. Ele foi violentamente deslocado em uma maca, enquanto ainda estava em greve de fome, na noite de 16 de julho de 2016. Os ativistas dos direitos democráticos registraram seu protesto contra a perseguição a Kobad, que já está idoso e sofre de inúmeras doenças, e apelaram ao Diretor-Geral das Prisões de Nova Delhi, Vimla Mehra, para garantir que ele não negue seus legítimos direitos.


Iniciativa para combater o isolamento

O preso político maoísta indiano Anup Roy abriu um processo no Supremo Tribunal de Calcutá contra a imposição de restrições ilegais sobre os visitantes em prisões na região de Bengala Ocidental. Anup Roy é esperado para ser ouvido a qualquer momento. O advogado do povo Debopriya Mukhopadhyay é o advogado que registrou o caso.

Recorde-se que o gerenciamento Mamata Banerjee emitiu uma ordem administrativa algum tempo atrás impondo várias restrições ilegais contra os presos políticos nas cadeias. Assim, exceto os membros mais próximos da família, ninguém está autorizado a visitar os prisioneiros, o que significa impor o isolamento aos presos políticos cujas famílias estão distantes.

Podemos tomar como exemplo os casos de Venkatshwar Reddy e Ramakrishnan, dois presos políticos maoístas que estão distantes de suas famílias. Então, só quem pode cuidar de seus problemas, seus casos, são os ativistas dos direitos do povo, que estão sendo impedidos e causando problemas aos presos políticos.

Por isso, o caso de Anup Roy é muito importante para garantir os direitos democráticos para outros prisioneiros e vencer o isolamento. Seu desfecho terá graves repercussões na vida dos prisioneiros, nos seus julgamentos e suas solturas.


Felipe Durán e Levinao livres!

Com informações do Periódico El Pueblo
http://anovademocracia.com.br/175/22-kobad.jpg
Felipe Durán

O comuneiro mapuche Cristian Levinao e o fotógrafo independente Felipe Durán estão livres após 11 meses presos sob caráter “preventivo” nos cárceres do velho Estado chileno, sem que fosse demonstrado pela acusação um único motivo para mantê-los presos.

A acusação vociferou ter encontrado com Felipe Durán armas, munição de guerra, estopins, explosivos, etc. Durante o juízo, Durán se defendeu, ademais, denunciou os abusos e ameaças da acusação.

Com a prisão e tentativa de criminalizar a luta mapuche e Felipe Durán, enquanto um fotógrafo que difunde e apoia aquela, o gerenciamento da “Nova Maioria” pretendia frear a luta das comunidades mapuches. O que evidentemente não surtiu nem surtirá efeito.


Solidariedade a Bilal Kayed

Em 4 de agosto, Georges Abdallah, militante comunista árabe e combatente pela libertação nacional da Palestina, que se encontra preso ilegalmente sob ordens diretas do imperialismo ianque, na França, declarou início a uma combativa greve de fome por três dias em apoio e para denunciar a situação de Bilal Kayed, militante palestino e preso político desde 2001, que deveria ter sido libertado em 13 de junho, e que também se encontra em greve de fome desde 15 de junho. Em Bruxelas, também foi registrado ato político em solidariedade a Bilal Kayed.

Na ocasião, Georges Abdallah expôs: “Em solidariedade aos prisioneiros políticos palestinos que estão em greve de fome em denúncia à política israelita de ‘detenção administrativa’ e em apoio e em exigência à libertação incondicional do militante palestino Bilal Kayed, [declaro] que faço greve de fome por três dias a partir de hoje, quinta-feira, 4 de agosto”.

Mais sobre a luta dos presos políticos palestinos nos cárceres pode ser lido na página 23 desta mesma edição de AND.

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