Notas internacionais

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Segue incontível a rebelião negra

Jailson de Souza

A permanente resistência travada pelo povo e particularmente pelo proletariado mais pobre e mais explorado no USA (principalmente negros) contra o Estado imperialista ianque tem alcançado grandes alturas nos últimos meses. Desde que os dois heróis do povo Micah X. Johnson e Gavin Eugene Long impuseram derrotas ao Estado ianque através dos atos de guerra, novas perspectivas se abriram à resistência das massas e acuaram o governo ianque. Não à toa, os imperialistas se estremecem e todo o monopólio da imprensa tagarela preocupados com a situação extraordinária da luta de classes no USA, segundo eles, “à margem de uma guerra civil”.

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Rebeliões alavancam situação revolucionária no USA

O mais recente episódio

No final da primeira quinzena de agosto, uma grande rebelião protagonizada pelas massas negras enfurecidas, principalmente de jovens, se gestou na cidade de Milwaukee, a maior do estado de Wisconsin, para vingar a morte de um jovem negro de 23 anos, Sylville K. Smith, assassinado em 13 de agosto pela polícia em uma blitz.

Dois dias consecutivos de pura rebelião se deram a conhecer, com a massa descarregando todo seu ódio de classe, destruindo símbolos do Estado genocida ianque, seus prédios públicos e grandes lojas, incendiando carros, bancos e postos de gasolina, e enfrentando a polícia sanguinária ianque. Sete agentes da polícia ficaram feridos e quatro deles foram hospitalizados após serem atingidos por pedras jogadas contra viaturas durante a rebelião. O podre Estado ianque mobilizou e colocou em alerta a guarda nacional para intervir e reprimir a massiva juventude proletária.

A guerra contrarrevolucionária movida pelo Estado ianque sob forma de genocídio contra o povo e proletariado mais pobre no USA, principalmente negros, tem sido respondido pela massa mais pobre com rebeliões cada vez mais combativas, mais vibrantes e, no ápice da resistência estão os atos de guerra citados. Também é a guerra imperialista contra os povos do terceiro mundo voltando para casa. São, sobretudo e principalmente, as massas mais pobres clamando por sua direção proletária, clamando pelo seu partido, o Partido Comunista maoísta que necessita ser reconstituído para alavancar a resistência já empreendida pelas massas a novos patamares com vistas à revolução proletária.


México: 38 estudantes presos

Com informações de Secours Rouge

Em 15 de agosto, a polícia do velho Estado mexicano, amplamente conhecida pelos reincidentes casos de desaparecimentos, sequestros e assassinatos de ativistas democráticos e populares, voltou a atacar estudantes que faziam um legítimo protesto em Cherán, no estado de Michoacan.

O protesto reuniu centenas de estudantes de várias escolas na região e fechou a rodovia que liga Michoacan ao México central e ocidental. Durante o protesto, cerca de 38 estudantes foram presos pela polícia fascista do velho Estado mexicano. Em resposta à repressão, no entanto, manifestantes incendiaram um caminhão e enfrentaram corajosa e decididamente a polícia fascista.

O gerente estadual ameaçou os ativistas, afirmando que “os estudantes serão tratados como criminosos” e os acusou de “guerrilheiros”. Seu secretário foi além e acusou o protesto de “operação de terrorismo”.

Isso, no entanto, só regará a luta da juventude combatente mexicana, pois o fascismo do velho Estado historicamente serve a educar no fogo da luta de classes as novas gerações.

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