Presos políticos revolucionários e democráticos

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Marrocos: militantes em greve de fome

Com informações de cebraspo.blogspot.com

Diversos presos políticos revolucionários detidos nas masmorras do velho Estado marroquino estão em simultâneas greves de fome, a qual a maior já completou mais de 80 dias até o fechamento desta edição.

Tal feito deu-se em 20 de agosto, quando completou-se o 80º dia da greve de fome travada pelos presos políticos revolucionários marroquinos Redouan Almalí Hamza al HAMADI e Rahal Yassin Ibrahim Ibrahim Kassimi ATTAHIRI, ambos encarcerados na prisão 2 de Meknes, em Toulal. Em declaração lançada em 20 de agosto, o Comitê de Ação e Apoio para a Luta do Povo Marroquino qualificou a situação destes prisioneiros como críticas e denunciou: “Sabe-se que todos os dias enfrentam a perseguição de seus carcereiros, que querem forçá-los a acabar com a greve. A condição particular de ATTAHIRI Ibrahim hoje é muito preocupante porque a vida deste companheiro está em jogo agora”.

Há, no entanto, uma série de outros prisioneiros travando combativas greves de fome.

Os demais presos políticos estão detidos nas prisões em Meknes, Marrakech, Ain Kadouss, Toshka e Raas Almaa, masmorras do velho Estado que têm sido arena de duras e decisivas batalhas mediante greves de fome e cuja a mais duradoura segue desde 18 de julho. Ao todo, a parcela mencionada dos presos políticos revolucionários soma mais de 18 pessoas. Conforme explicou o Comitê de Ação e Apoio, “a lista [de presos políticos que citamos] não menciona alguns outros exemplos conhecidos e greves realizadas pelos presos políticos revolucionários, mas podemos entender a situação de todos como catastrófica”.

Mais prisões e sequestros

Segundo o Comitê, o número de presos políticos cresce a cada dia, dada a repressão fascista e desenfreada do velho Estado à luta das massas e às organizações democrático-revolucionárias. Também afirma que a tendência é o quadro piorar.

A situação chegou ao descaramento de a repressão utilizar de sequestros à luz do dia contra militantes e ativistas. “Se multiplicam as situações de sequestros, tal como ocorreu, por exemplo, com Zouhir ALAICHI, sequestrado em 20 de agosto em plena luz do dia em uma rua na cidade de Larache, no norte de Marrocos”, afirmou o Comitê em declaração.

Ao fim, o Comitê de Ação e Apoio à Luta do Povo Marroquino chamou os democratas, progressistas e revolucionários a apoiar política, moral e materialmente a luta dos presos políticos revolucionários marroquinos e aplastar o isolamento arquitetado pelo monopólio de imprensa internacional.


Mobilização pela libertação de Abdallah

Com informações de vnd-peru.blogspot.com.br

A “Campanha unida pela libertação de Georges Abdallah” está realizando uma ampla mobilização para denunciar, no “dia da humanidade” (22 de outubro), a condição que se encontra o preso político, militante comunista árabe e combatente da causa palestina Georges Abdallah.

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Ativistas prosseguem firmes na campanha em defesa de Abdallah

Preso desde 1984, Georges Abdallah foi sentenciado à prisão perpétua; em 1999, completou a primeira parcela de sua injusta e ilegítima pena, mas seguiu sendo-lhe negado, entretanto, seu pedido de liberdade condicional. Em 2003, o tribunal de execução judicial se pronunciou pela sua libertação, mas Abdallah segue preso nas masmorras do imperialismo francês por medida cautelar emitida pelo Estado ianque – fato que expõe o caráter farsante da “justiça” nos países imperialistas ou semicoloniais.

“Que todos os que estão ao lado do povo que luta, da resistência palestina, contra o capitalismo, o imperialismo, o sionismo [...] se unam a nós na participação da semana de ação internacional programado de 15 a 22 de outubro de 2016 mediante ato na frente da prisão Lannemezan, às 14h, para reafirmar a exigência da libertação de Georges Abdallah”, convocou a campanha em declaração lançada no início deste mês.

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