Comentários do blog e cartas

Excelente texto dos camaradas equatorianos. Muito importante demonstrar que na conta do sr. Castro e seus servos, devemos depositar enormes quantidades de sangue do proletariado mundial, em particular, latino-americano que, de forma encantada, seguiram seus passos revisionistas e deram a vida para aplicarem suas receitas místicas e mirabolantes que não conduziram a nenhuma vitória expressiva para a classe. Ademais do povo cubano, debaixo da ditadura de seus dirigentes burocráticos, que aspiram o socialismo, aspiram o fim do servilismo colonial e até este momento têm sido enganados por sua direção. Mas não sem combater… O povo cubano triunfará sobre estes senhores. É bem nítido que de fraseologia oca anti-imperialista, em menos de 20 anos, os dirigentes revisionistas da família Castro transitaram para o discurso da mendicância internacional, através da sua principal palavra de ordem de “fim ao embargo”, e a lamberem as botas do imperialismo ianque, por não confiarem nas massas e por saberem que sua economia capitalista não se sustenta por si sem dobrar-se à superpotência única e hegemônica de nossos tempos.

Ressalto apenas um ponto deficiente do texto, que é sobre o papel de Guevara. É necessário ter em mente que as contradições entre revisionismo e marxismo também existiram no seio da direção da revolução democrático-burguesa, sendo que nesta, Guevara representava a linha de esquerda e que sua debilidade ideológica e morte precoce o impediram de travar uma luta mais consequente, mas que demonstrava profundas divergência, sendo inclusive estas um impulso para o seu “abandono” da companhia de Castro, que aproveitou para se livrar do incômodo, jogando-o para as garras do imperialismo ianque. Sua concepção militar era totalmente burguesa e isso deve ser duramente criticado, mas não tanto seu papel histórico como principal cabeça do revisionismo cubano ao lado de Castro, tendo este último (e hoje, seu irmão Raúl) principal papel.

Saudações!

Antônio, 29 de agosto, em A bancarrota do revisionismo cubano.


Pelo andar das coisas o boicote será ainda mais intenso por todo o Brasil. Um sinal claro de que o povo não acredita na farsa eleitoral e cada vez se mostrará mais na realidade que estamos próximos de uma grande ruptura (não sabemos quando, mas é um processo longo) com as velhas política, economia e sociedade como um todo. Na realidade a revolução já começou!

Lúcio Albuquerque Velasco, 30 de agosto, em Um massivo boicote à farsa eleitoral.


Muito bem escrito este texto. Não tinha lido nada dessa Paula. Meus parabéns.

Pedro Henrique Monnerat, 27 de agosto, em “Hoje ele pede seu voto, amanhã manda a polícia lhe prender”.


Avança o AND por todo o Brasil! Viva a Imprensa Popular e Democrática! Que os companheiros apoiadores espalhados por todo o país mirem nestes exemplos e criem mais e mais comitês de apoio para alavancar a divulgação de A Nova Democracia, agitando e propagandeando a Revolução Democrática, Agrária e Anti-Imperialista!

Lucas, 4 de setembro, em AND marca presença em debates em todo o Brasil.


Estou conhecendo somente agora, através das matérias do jornal, a extraordinária saga dessa grande mulher e comunista chamada Sandra Lima. Me surpreende tudo aqui relatado quanto à sua vida, sua obra, as homenagens a ela prestadas, o seu histórico de devoção e o posto de importância que assumiu pelo seu compromisso com o povo. Tudo fascinante. Espero me surpreender mais ainda.

Vanessa Araújo, 6 de agosto, em A inolvidável memória de Sandra Lima.

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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