O IX Congresso Nacional do Partido Comunista da China - O grande triunfo do maoísmo

A- A A+
 

Na China, a luta por estabelecer o pensamento mao tsetung começa em 1935, na Reunião de Tsunyi, quando o Presidente Mao assume a direção do Partido Comunista da China. Em 1945, o VII Congresso acordou que o PCCh se guiava pelo marxismo-leninismo e as ideias de Mao Tsetung, especificação suprimida pelo VIII, pois neste primou uma linha direitista. O IX Congresso, de 1969, resume a GRCP e sanciona que o PCCh se guia pelo marxismo-leninismo-pensamento mao tsetung. Até aí se avançou.

Documentos Fundamentais do Partido Comunista do Peru, “Sobre o marxismo-leninismo-maoísmo”, maio de 1988.

http://anovademocracia.com.br/181/15a.jpg

Entre 1º e 24 de abril de 1969, em Pequim, é realizado o IX Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCCh).

Neste congresso, realizado em meio a mais tormentosa luta ideológico-política da Grande Revolução Cultural Proletária (GRCP), foram adotadas decisões históricas de importância transcendental para a Revolução Chinesa e para a Revolução Proletária Mundial.

O IX Congresso cumpriu o papel de sistematizar a Grande Revolução Cultural Proletária (GRCP) e foi marcado pela culminação do triunfo da linha vermelha e do marxismo-leninismo-pensamento mao tsetung sobre a “linha negra” revisionista e contrarrevolucionária dos zu zi pai (seguidores do caminho capitalista).

O IX Congresso foi precedido por titânica luta de classes no partido e na sociedade da República Popular da China, principalmente a partir de maio de 1966. Milhões de massas no campo e cidade, mobilizadas e dirigidas pela esquerda do PCCh, sob a guia do Presidente Mao, impulsionadas pelas organizações dos guardas vermelhos, “rebeldes proletários” e pelo Exército Popular de Libertação, ergueram-se no maior movimento revolucionário de massas da história e tomaram o Poder para o proletariado, onde os seguidores do caminho capitalista o haviam usurpado, instaurando os Comitês Revolucionários de Tripla União(1).

Sucederam-se tempestades ideológicas de grandes magnitudes que, sob a direção pessoal do Presidente Mao, sistematizadas nas imortais contribuições do então pensamento mao tsetung (maoísmo) expostas nos documentos centrais da GRCP, destacando-se entre eles a Circular de 16 maio de 1966, poderosa voz de comando do Presidente Mao para canhonear o quartel general da burguesia encastelado na direção do partido e do Estado, a Decisão do Comitê Central do PCCh sobre a Grande Revolução Cultural Proletária (ou Documento de 16 pontos) e o Comunicado da XII Sessão Plenária do Comitê Central (eleito no VIII Congresso do PCCh), que marcarão as bases e a linha geral da Grande Revolução Cultural Proletária.

http://anovademocracia.com.br/181/15b.jpg

Foram tormentosas lutas de duas linhas no PCCh que se estenderam às massas populares da cidade e do campo, batalhas difíceis e repletas de idas e vindas, e brilhantes vitórias alcançadas pela GRCP até a realização do IX Congresso Nacional do PCCh.

A sessão de abertura do Congresso, em 1º de abril de 1969, foi presidida pelo Presidente Mao Tsetung, o grande timoneiro da Revolução Chinesa que se elevara à grande chefatura do proletariado internacional e guia dos povos do mundo. No IX Congresso verteram-se as caudalosas conquistas e avanços em todas as esferas da vida social do povo chinês.

Seguiu-se então a eleição por aclamação dos 176 membros do Presidium do Congresso, sendo eleito também por unanimidade como presidente o Presidente Mao Tsetung e como vice-presidente Lin Piao. Mais de mil e quinhentos delegados participaram dos trabalhos do IX Congresso Nacional do PCCh, entre eles, veteranos revolucionários proletários do partido e um grande número de quadros forjados nas batalhas da GRCP. Também estavam presentes operários, camponeses das comunas populares e mulheres oriundas de diferentes frentes de produção, veteranos combatentes do Exército Vermelho e delegados do Exército Popular de Libertação. Delegados procedentes das organizações dos guardas vermelhos e dos “rebeldes proletários”.

O congresso também foi precedido, por decisão do Comitê Central do partido, por uma ampla consulta de opiniões das massas, levada a cabo por todas as organizações do PCCh.

http://anovademocracia.com.br/181/15c.jpg

A ordem do dia do Congresso constou de:

1 - Apresentação do informe político, elaborado por Lin Piao, em nome do Comitê Central do Partido Comunista da China;

2 - Modificação dos Estatutos do Partido Comunista da China;

3 - Eleição do Comitê Central do Partido.

O informe apresentado por Lin Piao teve como centro o problema da continuidade da revolução sob a ditadura do proletariado e guia do pensamento mao tsetung, além da análise da situação internacional e nacional, estabelecendo as tarefas centrais do PCCh.

A partir do segundo dia de trabalhos, os delegados debateram detalhadamente o discurso pronunciado pelo Presidente Mao Tsetung na sessão inaugural, assim como cada aspecto do informe apresentado por Lin Piao e do projeto de modificações nos Estatutos do Partido.

A sessão plenária de 14 de abril de 1969 também foi presidida pelo Presidente Mao. O congresso aprovou por unanimidade o informe apresentado por Lin Piao assim como os novos Estatutos do Partido Comunista da China.

Entre as grandes vitórias alcançada pelo Congresso, destacou-se o estabelecimento nos Estatutos do partido de que: “O Partido Comunista da China se guia pela teoria do marxismo-leninismo-pensamento mao tsetung. O pensamento mao tsetung é o marxismo-leninismo da era em que o imperialismo caminha para o colapso total e o socialismo avança para a vitória em todo o mundo”.

A partir de 15 de abril de 1969, o IX Congresso Nacional do PCCh passou à eleição do novo Comitê Central e, na tarde de 24 de abril, o IX Congresso foi concluído de forma vitoriosa em nova Sessão Plenária presidida por Lin Piao. A eleição do novo Comitê Central se deu em meio a uma atmosfera de grande entusiasmo revolucionário. Segundo as disposições do Presidium do Congresso, as diversas delegações propuseram, em primeiro lugar, os candidatos, e após várias consultas foi elaborada uma lista. Por voto secreto, foi estabelecida uma lista definitiva, submetida ao Congresso pelo Presidium para a eleição oficial também realizada por voto secreto.

A eleição do novo Comitê Central pelo IX Congresso Nacional do PCCh foi expressão exata do centralismo democrático e da justa linha de massas praticada pelo partido sob a direção magistral do Presidente Mao.

http://anovademocracia.com.br/181/15d.jpg

Para o Comitê Central foram eleitos 170 membros efetivo e 109 membros suplentes. O Congresso elegeu o Presidente Mao Tsetung como presidente do Comitê Central e Lin Piao como vice-presidente.

Foram eleitos para o Comitê Central veteranos dirigentes, quadros provados em décadas de luta armada revolucionária e novos quadros forjados no fogo das batalhas da GRCP. O IX Congresso fez um chamamento a todo o partido, exército e massas de todas as nacionalidades para aplicar resolutamente a linha revolucionária do Presidente Mao Tsetung, prosseguir a consolidação e fortalecimento da ditadura do proletariado e levar até o fim a revolução.

Declaração solene

Os delegados presentes no IX Congresso também aprovaram solenemente a declaração que afirma:

“O Partido Comunista da China, criado e educado pelo grande líder camarada Mao, sempre será fiel ao internacionalismo proletário; PCCh apoia firmemente a luta revolucionária do proletariado mundial e os povos e nações oprimidas do mundo; PCCh está determinado a unir-se a todos os genuínos marxistas-leninistas em todo o mundo, ao proletariado mundial e todas as massas revolucionárias para esmagar completamente a conspiração fomentada em conjunto pelos Estados Unidos e pela União Soviética para uma nova partilha do mundo, e para travar até o fim a grande luta contra o imperialismo, o revisionismo e reação. O imperialismo ianque, o revisionismo soviético e todos os reacionários são tigres de papel. Eles não vão escapar de seu fim inevitável. As dificuldades que os minam não podem ser contornadas. A causa revolucionária dos povos do mundo triunfará. Sabemos claramente que, em nossa marcha para a frente, nos depararemos com todos os tipos de dificuldades e vicissitudes e os reacionários, tanto no país como no exterior, em sua agonia, ainda vão debater-se desesperadamente. Tudo isso, no entanto, não vai impedir que nossa grandiosa causa socialista avance triunfantemente”.

Milhares de telegramas e mensagens de partidos e organizações revolucionárias e democráticas e de personalidades progressistas de todos os continentes chegaram ao Congresso. Toda a China mobilizou-se e realizou grande agitação revolucionária durante os trabalhos do IX Congresso Nacional do PCCh, produzindo uma efervescência jamais vista. Após a Celebração do Congresso, por todo o país, se desencadeou uma grande campanha de estudo de seus documentos e decisões.

http://anovademocracia.com.br/181/15e.jpg

Sobre Lin Piao

Uma consideração importante que devemos destacar sobre este que foi um destacado dirigente do Partido Comunista da China, figura proeminente do Birô Político do Comitê Central. Coube a Lin Piao apresentar o informe central em nome do CC do PCCh no IX Congresso. Apontado como mais próximo camarada de armas e sucessor do Presidente Mao na direção do partido, vice-presidente do partido, Lin Piao acercou-se do maoísmo. Após o IX Congresso e com o aprofundamento da luta de duas linhas no seio do PCCh, Lin Piao passou a assumir posições em aparência à esquerda, para em seguida se apoiar nos elementos direitistas, subverter a ditadura do proletariado e restaurar o capitalismo, seguindo os passos de Confúcio (filósofo da antiga China que se opunha virulentamente as mudanças sociais de seu tempo) para conduzir de volta ao poder os latifundiários, camponeses ricos e contrarrevolucionários. Ele foi duramente criticado, primeiro internamente, depois publicamente em uma ampla campanha desenvolvida nos organismos partidários, organizações de massas e imprensa em toda a China.

Notas:

1- Comitês Revolucionários de Tripla União – Foi a nova forma do poder da ditadura do proletariado em que se desembocou a feroz luta das massas dirigidas pela esquerda do PCCh sob chefatura do Presidente Mao Tsetung, o qual se conformava por três tipos de membros, um de quadros maoístas: um de militantes das massas revolucionárias e um de membros do EPL (Exército Popular de Libertação) com mandatos revogáveis a qualquer momento, segundo o interesse da maioria das massas que os delegou.

A luta em defesa do maoísmo

Nota do Núcleo de Estudos do Marxismo-leninismo-maoísmo

Para acrescentar mais elementos a este acontecimento de importância transcendental para o proletariado mundial em sua luta rumo ao luminoso comunismo, reproduzimos trecho do artigo “Breve história do Partido Comunista da China”, publicado nas revistas chinesas Renmin Ribao, Hongqi e Jiefangjun Bao, que trata exatamente dos acontecimentos que precederam e permearam o IX Congresso Nacional do PCCh.

http://anovademocracia.com.br/181/15f.jpg

A Grande Revolução Cultural Proletária com a participação de centenas de milhões de integrantes das massas revolucionárias, que o Presidente Mao com o valor de grande revolucionário proletário tem iniciado e dirige pessoalmente, é “uma grande revolução política sustentada pelo proletariado contra a burguesia e as demais classes exploradoras; é a continuação da prolongada luta entre o Partido Comunista da China e as amplas massas populares revolucionárias sob sua direção, de um lado, e os reacionários kuomintanguistas, do outro e é a continuação da luta de classes entre o proletariado e a burguesia”. Também, se pode chamar segunda revolução da China.

No começo, muitos camaradas nossos tinham uma compreensão muito pobre desta Grande Revolução Cultural Proletária. Quando as grandes massas se levantaram e se dividiram em frações e inclusive recorreram à violência, por um tempo se deu a impressão de que todo o país estava no caos. Algumas pessoas perguntaram: se Liu Shao-chi e o punhado de seus sócios tem usurpado uma parte do Poder da ditadura do proletariado, basta que o Presidente Mao ordene a destituição deles, por que se necessita tomar essa medida? A prática demonstra que a destituição não pode resolver o problema ainda que este método tenha sido usado muitas vezes. Esta revolução não persegue simplesmente o objetivo de destituir a umas quantas pessoas, senão que se trata de uma grande revolução na superestrutura.

Liu Shao-chi tinha não só uma linha política revisionista mas também uma linha organizativa a serviço de sua linha política. Em não poucas de nossas organizações, a direção não estava em mãos dos marxistas e das amplas massas operárias e camponesas. Só mobilizando as grandes massas de maneira aberta, em todos os terrenos e de baixo acima para expor nosso lado obscuro, se pode erradicar à camarilha renegada de Liu Shao-chi, temperar centenas de milhões de integrantes das massas na luta de classes, educá-las na luta antirrevisionista e fazê-las adquirir a experiência de recuperar aquela parte do Poder usurpada pelo punhado de dirigentes seguidores do caminho capitalista. O chamado caos se originou na existência de contrarrevolucionários e dirigentes seguidores do caminho capitalista, os quais realizaram atividades de sapa e provocaram distúrbios esgrimindo todo tipo de estandartes. Porém, eles só puderam enganar momentaneamente a algumas pessoas. As grandes massas, levando consigo as Citações do Presidente Mao Tsetung, participaram nos debates e aprenderam gradualmente a distinguir entre gente boa e má, entre a linha revolucionária proletária e a linha reacionária burguesa e a aplicar corretamente a linha revolucionária e a política proletárias do Presidente Mao.

Desta maneira, todo o país se converteu numa grande escola para estudar e aplicar de maneira viva o pensamento mao tsetung. As amplas massas têm aprendido, nas grandes tempestades, o que não logravam aprender em dias ordinários. Portanto, ao fim das contas, esse caos desconcertou o inimigo e tem temperado as massas. O Exército Popular de Libertação da China realizou o trabalho de apoiar as grandes massas da esquerda, ajudar a indústria e a agricultura, exercer controle militar e dar instrução política e militar, prestando novos serviços meritórios ao povo. Nosso Exército Popular de Libertação, desde o dia de sua fundação é, ao mesmo tempo, um destacamento de combate, um destacamento de trabalho e um destacamento de produção, e conta com mais de 40 anos de experiência no trabalho de massas. Portanto, pôde identificar-se muito rápido com as massas e promover o desenvolvimento relativamente rápido da Grande Revolução Cultural Proletária nas diversas localidades; e desta maneira o próprio Exército tem se temperado em novas condições.

Os comitês revolucionários aos diversos níveis, nascidos em meio da tempestade da luta de classes, encarnam a integração tríplice em dois sentidos, isto é: a integração de representantes do Exército, dos quadros revolucionários e das massas revolucionárias, que compreende a pessoas de idade maior, de média idade e jovens. Os comitês do Partido nos diversos níveis, depois de sua consolidação, estão compostos não só de revolucionários proletários da velha geração, senão também de pessoas de média idade e jovens. Desta maneira se criaram condições favoráveis para preparar milhões de continuadores da causa revolucionária do proletariado e nosso Partido e Estado se tornaram ainda mais vigorosos. Como disse o Presidente Mao, “A presente Grande Revolução Cultural Proletária é completamente necessária e muito oportuna para consolidar a ditadura do proletariado, prevenir a restauração do capitalismo e construir o socialismo”. Em momentos em que a Grande Revolução Cultural Proletária obteve magnas vitórias, sob a direção pessoal do Presidente Mao celebrou-se, em abril de 1969, o IX Congresso Nacional do Partido. O Congresso aprovou o informe político do vice-presidente Lin Piao e os “Estatutos do Partido Comunista da China” e elegeu o novo Comitê Central encabeçado pelo Presidente Mao e com o vice-presidente Lin como subchefe. Em seu informe político, o vice-presidente Lin expressou de maneira sistemática a teoria do Presidente Mao sobre a continuação da revolução sob a ditadura do proletariado e sintetizou a experiência básica da Grande Revolução Cultural Proletária. Por isso, no presente artigo não nos deteremos detalhadamente no problema da Grande Revolução Cultural Proletária.

O desenvolvimento da luta de classes dentro e fora do país como base do IX Congresso Nacional do Partido comprovou que sua linha é totalmente correta. As tarefas e princípios estabelecidos pela I e II Sessões Plenárias do IX Comitê Central do Partido também são de todo corretos. Ainda que a presente Grande Revolução Cultural Proletária tenha conquistado grandes vitórias, são ainda muito árduas as tarefas da luta-crítica-transformação em todas as frentes, especialmente na superestrutura, incluídos todos os domínios da cultura. Ainda temos que sustentar uma luta prolongada para cumprir a tarefa de consolidar ainda mais a ditadura do proletariado no político, ideológico, econômico e organizativo. O Presidente Mao nos ensinou que não devemos pensar que tudo marchará bem depois de uma ou duas grandes revoluções culturais, ou depois de três ou quatro. Porque a sociedade socialista cobre uma etapa histórica bastante longa. Ao longo de toda esta etapa, existem classes, contradições de classe e luta de classes, existe a luta entre o caminho socialista e o capitalista, existe o perigo de restauração do capitalismo e existe a ameaça de subversão e agressão por parte do Imperialismo e o social-imperialismo. Estas contradições não podem resolver-se senão mediante a teoria marxista sobre a revolução contínua e a prática guiada por esta teoria. Todo nosso Partido deve ter sempre presente os ensinamentos do Presidente Mao e compreender o prolongado complexo desta luta. Deve cumprir resolutamente as diversas tarefas de combate fixadas pelo IX Congresso Nacional e a I e II Sessões Plenárias do IX Comitê Central do Partido, persistir na continuação da revolução sob a ditadura do proletariado e lutar por conquistar maiores vitórias.


Conteúdo exclusivo para assinantes do jornal A Nova Democracia
LEIA TAMBÉM

Edição impressa

A imprensa democrática e popular depende do seu apoio

Leia, divulgue e conheça. Deixe seu nome e e-mail para se manter informado
Please wait

Endereços

Jornal A Nova Democracia
Editora Aimberê

Rua Gal. Almério de Moura 302/4º andar
São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2256-6303
E-mail: anovademocracia@gmail.com

Comitê de apoio em Belo Horizonte
Rua Tamoios nº 900 sala 7
Tel.: (31) 3656-0850

PUBLICIDADE

Comitê de Apoio em São Paulo
Rua Silveira Martins 133 conj. 22 - Centro
Tel.: (11) 3104-8537
Reuniões semanais de apoiadores
toda segunda-feira, às 18:45

Seja um apoiador você também!
#
#
#

ONDE ENCONTRAR

Expediente

Diretor Geral 
Fausto Arruda

Editor-chefe 
Mário Lúcio de Paula
Jornalista Profissional
14332/MG

Conselho Editorial 
Alípio de Freitas
Fausto Arruda
José Maria Oliveira
José Ramos Tinhorão 
José Ricardo Prieto
Henrique Júdice
Hugo RC Souza
Mário Lúcio de Paula
Matheus Magioli
Montezuma Cruz
Paulo Amaral 
Rosana Bond
Sebastião Rodrigues
Vera Malaguti Batista

Redação 
Ellan Lustosa
Mário Lúcio de Paula
Patrick Granja