Protestos e mobilizações em todo o país - ‘Levantar o campo e a cidade contra os pacotaços’

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A situação de agravamento da crise econômica e política do país se aprofunda dia após dia, a que os “governos” de turno recorrem aos pacotaços e medidas antipovo. Frente a crescente deterioração das condições de vida das amplas massas, com o aumento gritante dos custos, arrocho salarial, desemprego e sucateamento dos serviços públicos, além da brutal repressão, cada vez mais a população se lança na luta em defesa de seus direitos.

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Pirapora (MG): camponeses, operários e estudantes bloqueiam rodovia federal

No campo, indígenas, camponeses e quilombolas tomam terras, fazem atos, cortam rodovias e ocupam sedes dos órgãos administrativos do velho Estado. Nas cidades, estudantes ocupam escolas e universidades resistindo bravamente às reintegrações de posse. Trabalhadores fazem greves e paralisações. O povo nas favelas se rebela contra o genocídio dos aparatos sanguinários do velho Estado. Servidores públicos, operários e a juventude combatente tomam as ruas contra os pacotaços antipovo de Michel Temer/PMDB e os ataques dos gerenciamentos estaduais.

As organizações classistas e combativas de nosso povo elevam a bandeira da Greve Geral contra os pacotaços e conclamam o povo a prepará-la, levantando os trabalhadores no campo e cidade, nos locais de trabalho, bairros, vilas, favelas, escolas, universidades etc.

Até a data de fechamento desta edição de AND, professores de 33 universidades federais, 2 estaduais, 5 institutos federais e 1 centro federal de ensino haviam decretado greve, de acordo com balanço divulgado pelo Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). Os números das ocupações mostram a intensa mobilização e luta dos estudantes pelo país, totalizando 223 universidades e 393 escolas ocupadas.

Neste 25 de novembro, Dia Nacional de Mobilização Contra os Pacotaços do gerenciamento Temer, foram registradas manifestações em pelo menos 18 estados: AL, AM, BA, CE, ES, GO, PA, MS, MA, MG, PE, PI, RN, RS, SC, SE, RJ e SP, com manifestações, greves e paralisações.

Apesar das sórdidas manobras do oportunismo eleitoreiro para tentar esvaziar e impedir a radicalização das mobilizações e protestos, as lutas não cessam e seguirão aumentando. Cada vez mais se faz necessária e imperativa a consigna de levantar o campo e a cidade contra os pacotaços.

Levantar o campo!

Em 25 de novembro último ocorreram manifestações que compuseram o Dia Nacional de Mobilização no campo contra os pacotaços do gerenciamento Temer/PMDB e a sua quadrilha, sob a consigna Impulsionar a Greve Geral e as tomadas de terra no campo! Foram registradas manifestações em Minas Gerais e Pará.

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Januária (MG): camponeses fazem combativa agitação contra os pacotaços

Reproduzimos abaixo trechos do panfleto distribuído pela Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres (LCP) utilizado para conclamar a população, principalmente no campo, a participar desse importante dia de mobilização e luta.

“O que está acontecendo no Rio de Janeiro vai ser ‘fichinha’ perto do que acontecerá na grande maioria das pequenas cidades do Brasil se aprovados os pacotaços da gerência ilegítima, entreguista e vende-pátria de Temer. A tão propalada ‘reforma da previdência’ mira principalmente acabar com a aposentadoria rural, um dos pouquíssimos avanços da Constituição de 1988 que foi aplicado reconhecendo uma injustiça histórica e secular, em que pese servir para esconder a semifeudalidade, o trabalho escravo e a concentração da terra (a maior do mundo) pelo latifúndio.

As pequenas cidades, a grande maioria já quebradas, vão afundar, pois a maior parte da renda destas, do dinheiro que circula nelas, que passa pela mão do povo e pelo comércio, vêm da previdência rural.

Além disso, estes pacotaços pretendem aumentar a exploração dos trabalhadores da cidade e do campo, acabar com os serviços públicos básicos da educação e saúde (que já são péssimos, o que o povo paga de imposto teria que receber um serviço mil vezes melhor). Estes pacotaços pretendem tirar dinheiro dos pobres para pagar a roubalheira e a corrupção dos ricos, para tentar salvar o capitalismo burocrático no Brasil e o imperialismo no mundo desta crise colossal que só pode ser resolvida com revolução.

E mais: tudo isso com o prosseguimento dos assassinatos e perseguições contra camponeses, indígenas e quilombolas, tudo isso com o aumento da repressão contra todos os que lutam por terra e território, para garantir os interesses do latifúndio e unificar as classes exploradoras para repartir e vender a preço de banana o que resta desse nosso Brasil tão roubado e explorado.

Levantar o campo e a cidade contra os pacotaços! Esclarecer toda a população nas áreas e vilarejos. Unir os que lutam, animar os que vacilam, derrotar os sanguessugas exploradores! Quem semeia o vento, colhe a tempestade!.”

Norte de MG: Abaixo os pacotaços! Viva a Revolução Agrária!

Em Januária (MG), ativistas da LCP do Norte de Minas e Sul da Bahia realizaram uma grande agitação política, onde denunciaram os ataques criminosos do “governo” federal contra os direitos do povo, em especial a PEC 241/55 e a “reforma” da Previdência Social. A vigorosa agitação atraiu a atenção das pessoas que passavam pelo local, muitos parando para debater sobre a atual crise política, econômica e moral do país com os ativistas.

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MG: ato denuncia prisões políticas e a operação “Caçada Verde” na Índia

Ao longo da atividade foram distribuídos centenas de panfletos conclamando o povo a se levantar no campo e na cidade contra os pacotaços. O bloco vermelho de camponeses e apoiadores da luta pela terra estampou duas faixas com os seguintes dizeres: Viva a Revolução Agrária! e Abaixo a farsa eleitoral, viva a revolução!, além de exporem cartazes do dirigente camponês Cleomar Rodrigues, assassinado há dois anos por pistoleiros e policiais a mando do latifúndio, e um cartaz em solidariedade aos presos políticos na Índia, por ocasião do dia Internacional de Solidariedade e Luta pela Libertação incondicional dos Presos Políticos da Índia.

A agitação política ainda cumpriu um importante papel de divulgar no seio do povo o jornal A Nova Democracia, realizando vendas da última edição e distribuição de edições antigas.

Em Pirapora (MG), houve uma combativa manifestação que bloqueou por mais de duas horas um trecho da BR-365 na parte da manhã, com uma barricada de pneus em chamas. A LCP distribuiu centenas de panfletos conclamando a união dos trabalhadores da cidade e do campo contra os pacotaços antipovo e vende-pátria de Temer e sua quadrilha.

Durante o protesto foram realizadas falas convocando a população a construir a greve geral contra a PEC 241/55, a “reforma” da previdência e todos os ataques aos direitos do povo.

O protesto contou ainda com a participação do Sindicato dos Metalúrgicos de Pirapora, Sindicato dos Tecelões e estudantes e servidores do Instituto Federal de Educação, que está ocupado pelos discentes há cerca de um mês.

Pará: Preparar a Greve Geral!

No centro do município de Conceição do Araguaia (PA) ocorreu um ato contando com a presença de mais de 200 pessoas, que fez parte do Dia Nacional de Mobilização contra os pacotaços do gerenciamento Temer/PMDB.

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AL: camponeses e estudantes tomam as ruas e incendeiam barricada

Durante a atividade foram realizadas falas denunciando o caráter antipovo das medidas propostas pela gerência federal, que visam cortar investimentos e retirar direitos duramente conquistados pelos trabalhadores ao longo da história de lutas e enfrentamentos contra este sistema opressor e representante da grande burguesia e do latifúndio, serviçais do imperialismo, principalmente o ianque. Além disso, em diferentes intervenções ressaltou-se a importância de construir a greve geral para barrar os pacotaços, seja do gerenciamento federal, seja do gerenciamento estadual.

Duas grandes faixas foram estampadas com os seguintes dizeres: Viva a Revolução Agrária! e Os servidores da saúde, educação e reforma agrária do Pará dizem não à PEC 55/16!

O ato contou com a participação de representantes da LCP, Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (SINTSEP-PA), Sindicato dos Professores de Conceição do Araguaia, além de professores e alunos do IFPA e dos cursos de Geografia e Pedagogia da Universidade do Estado do Pará (UEPA).

Levantar a cidade!

Em Belo Horizonte (MG), estudantes e trabalhadores promoveram um grande ato no mesmo 25 de novembro, tomando a Praça Sete e as principais avenidas da região central da cidade. Os manifestantes protestaram contra os pacotaços de Temer/PMDB e também denunciaram a “Operação Caçada Verde”, por ocasião do dia Internacional de Solidariedade e Luta pela Libertação incondicional dos Presos Políticos da Índia.

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Goiás:massiva ocupação avança na politização e organização de estudantes

Uma grande faixa erguida com a consigna Preparar a Greve Geral conclamava estudantes e trabalhadores a levantar a greve geral contra os pacotaços. Outra faixa escrita em inglês Down with ‘green hunt’ operation (em português, “Abaixo a operação ‘Caçada Verde’”) e cartazes exigindo a libertação de todos os presos políticos da Índia foram exibidos por um combativo bloco formado pelo Sindicato dos Operários da Construção de BH – Marreta, Liga Operária, Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate), Movimento Feminino Popular (MFP), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), LPS (Luta Popular e Sindical), Sindicato dos Correios, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), entre outros movimentos e entidades classistas.

Durante o ato, militantes do MFP prestaram homenagens à grande companheira Sandra Lima erguendo um estandarte com a foto da dirigente falecida em julho de 2016.

As semanas que antecederam o Dia Nacional de Mobilização também foram marcadas por intensa luta estudantil na capital mineira. A começar pelo último 18 de novembro, quando estudantes secundaristas das escolas ocupadas realizaram um “trancaço” na cidade, bloqueando várias importantes avenidas da cidade ao mesmo tempo. Somaram-se a estes protestos também estudantes das ocupações da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nesta ocasião, a PM fascista de Pimentel/PT atacou covardemente a manifestação com balas de borracha e bombas de “efeito moral” quando esta se encontrava às portas da UFMG, resultando em 15 feridos.

Em resposta, os estudantes levantaram uma barricada na entrada da Universidade e denunciaram o fascismo das tropas do gerenciamento Pimentel/PT, contando com o apoio também de professores da instituição. Os professores e estudantes da UFMG se encontram em greve desde o dia 11 de novembro.

Já em 23 de novembro, cerca de 60 estudantes do Movimento Estudantil de Pedagogia (MEPe) realizaram combativa manifestação contra o sucateamento e os ataques do gerenciamento Temer/PMDB contra a educação.

Um dia depois, mais de 200 estudantes secundaristas realizaram um combativo ato contra a PEC 241/55 e a MP 746, a contrarreforma do ensino médio. A vigorosa manifestação foi atacada com bombas de “efeito moral” e tiros de bala de borracha pela PM da gerência estadual oportunista de Pimentel/PT, o que não intimidou nem fez recuar a juventude combatente, que seguiu altiva com a manifestação.

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PR:estudantes denunciam o pacotaço antipovo de Temer

No Recife (PE), o Dia Nacional de Mobilização contou um combativo ato que reuniu ativistas do MEPR, da LCP do Nordeste e do Movimento Popular por Moradia, que marchou da Universidade de Pernambuco (UPE) até a Assembleia Legislativa (Alepe), onde foi realizada uma audiência pública contra a precarização da instituição e pela contratação de professores. Durante a manifestação um elemento fascista atropelou covardemente uma ativista que foi atendida no hospital da região.

Em 25 de novembro último também foram registradas interdições em duas das principais avenidas da cidade e em trechos de rodovias federais pela manhã. E, durante a tarde, uma manifestação contra os pacotaços do gerenciamento Temer/PMDB percorreu as ruas de Recife, da Praça do Derby até a região central da cidade.

Além das ocupações e greves das universidades, desde o início de novembro, também os estudantes secundaristas têm agitado o interior de Recife na luta contra a PEC 55, a contrarreforma do Ensino Médio e o projeto “escola sem partido”. A mobilização estudantil teve início com a ocupação do Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas (CODAI) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no município de São Lourenço da Mata, que também reivindica a construção de um restaurante universitário. A combativa atitude dos estudantes do CODAI contou com o apoio de camponeses da LCP que doaram alimentos e, em conjunto com os alunos do colégio realizou um debate sobre o “Movimento camponês e a luta pela terra hoje”. Desde a ocupação do CODAI várias outras escolas do município tiveram suas unidades ocupadas.

Na primeira quinzena de Novembro, os secundaristas da região realizaram um combativo ato que contou com cerca de 70 estudantes de pelo menos 6 escolas ocupadas em que bloquearam com pneus uma movimentada via local.

Até o fechamento desta edição de AND o estado de Pernambuco contabilizava ocupações em pelo menos 20 escolas e 6 institutos e campis.

 Em Porto Alegre (RS), onde a situação de crise se agrava com o anúncio de um pacotaço antipovo pelo gerenciamento estadual de Sartori/PMDB, os protestos começaram pela manhã no Dia Nacional de Mobilização. Às 6 horas da manhã, uma paralisação dos metroviários interrompeu a circulação de trens entre Porto Alegre e a região metropolitana por duas horas. Os trabalhadores da categoria fizeram ainda um piquete em frente a sede da empresa de trens urbanos da cidade. Também pela manhã, manifestantes bloquearam com uma barricada em chamas duas avenidas próximas ao campus da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Os servidores estaduais, diretamente atingidos pelo pacotaço de Sartori, fizeram manifestação com a queima de um caixão representando o enterro simbólico do gerente estadual.

Durante a noite, cerca de 7 mil pessoas tomaram as ruas da região central de Porto Alegre contra os pacotaços de Temer e Sartori em uma grande manifestação. O ato registrou confronto com a Brigada Militar que lançou bombas de gás e balas de borracha contra os manifestantes. Uma agência do banco Santander teve seus vidros quebrados e coquetéis molotov foram atirados em justa resposta.

 Em Goiânia (GO), o centro da cidade foi tomado por um ato em repúdio à PEC 55 e às contrarreformas trabalhista e previdenciária do gerenciamento Temer.

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Os estudantes da Universidade Federal de Goiás (UFG) também se mobilizaram e ocuparam a instituição contra a PEC 241/55 e a contrarreforma do Ensino Médio, de onde mantêm decidida resistência às constantes investidas fascistas do gerenciamento de turno. A última investida se deu neste 14 de novembro, quando os estudantes foram intimados pela Polícia Federal, que exigiu a identificação dos manifestantes e uma multa no valor de R$ 5 mil diários em caso de descumprimento, ao que os estudantes responderam com aumento da organização interna e com a decisão de tomada em assembleia de resistir a qualquer tentativa de reintegração. Várias barricadas foram erguidas pelas ruas do Campus Universitário. A ocupação tem mobilizado centenas de alunos e conta com o apoio de professores da instituição. Dentre as reivindicações dos estudantes também constam demandas internas, como linha de ônibus e extensão do subsídio alimentação.

Em 18 de novembro, os estudantes da UFG realizaram vigorosa manifestação na universidade em homenagem ao estudante Guilherme Silva, mais conhecido como Guilherme Irish, jovem de 20 anos brutalmente assassinado pelo próprio pai que era contrário ao engajamento político do estudante. A manifestação repudiou o covarde crime, do qual o maior culpado e responsável é o velho Estado brasileiro e seu instrumentos de propaganda ideológica, o monopólio da imprensa, que com sua escalada facínora contra as lutas populares e democráticas incrementam a opinião pública fascista. Ainda em homenagem ao jovem, um dos prédios ocupados recebeu seu nome e várias pichações cobriram os muros da universidade. O ato que também repudiou a repressão contra estudantes dentro do campus se encerrou com uma barricada de pneus na principal rua do entorno da universidade.

Em Maceió (AL), ainda no dia 25, assim como em diversas outras regiões do país, as manifestações e mobilizações contra os pacotaços tomaram as ruas do centro da cidade.  Cerca de 100 pessoas bloquearam uma das principais ruas do Centro e marcharam até a porta do Palácio da República dos Palmares, sede do gerenciamento estadual. Estiveram presentes a Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste (LCP-NE), estudantes que ocupam o prédio da reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e outros jovens.

Duas semanas antes, em 11 de novembro, cerca de 50 estudantes e camponeses pobres da Área Revolucionária Renato Nathan (Messias/AL) e do Acampamento Canoé 2, organizados pela LCP do Nordeste, bloquearam os dois sentidos da BR-104, em frente a Ufal contra as políticas antipovo e vende-pátria do gerenciamento Temer/PMDB. O ato combativo teve repercussão e amplo apoio da população.

Os camponeses se aliaram aos estudantes na luta contra os pacotaços devido ao massacre continuado que o gerenciamento Temer/PMDB e sua quadrilha promovem contra os povos do campo. Em solidariedade às ocupações foram doados alimentos produzidos nas áreas camponesas. Comissões de estudantes participaram de assembleias nas áreas camponesas e camponeses também participaram de reuniões e assembleias nas ocupações. Até o fechamento da presente edição os campi da Ufal, da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) e do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) já haviam sido ocupados pelos estudantes.

No dia 25 de novembro uma manifestação reuniu servidores da Ufal e trabalhadores em educação no centro da cidade como parte do Dia Nacional de Mobilização contra os pacotaços do gerenciamento Temer/PMDB.

 Em Foz do Iguaçu (PR), os estudantes da Universidade Federal de Integração Latino Americana (UNILA) têm realizado uma intensa campanha de denúncia dos pacotaços do gerenciamento Temer/PMDB com panfletagens, manifestações e aulas públicas. E, durante assembleia estudantil ocorrida neste 19 de novembro, deflagraram greve contra as medidas antipovo da PEC 241/55. Esta greve, somada à dos técnicos administrativos e também dos professores, aprovada no dia 21 do mesmo mês, paralisaram completamente as atividades da universidade.

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