Lutas de Libertação Nacional

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Imperialismo alemão incrementa agressão ao Mali

O imperialismo alemão anunciou, por meio do seu gabinete, que incrementará a agressão imperialista ao Mali, nação invadida, agredida e partilhada desde 2013, tendo à época o imperialismo francês à dianteira.

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Ocupação alemã será incrementada com o apoio do “governo”

Este anúncio vem como parte da política do imperialismo alemão de avançar na pugna por se converter em superpotência imperialista e melhor disputar colônias e semicolônias com as demais potências e superpotências. Tal como afirmamos em A Nova Democracia nº 171, o imperialismo alemão avança, cada vez mais, seu caráter de potência imperialista hegemônica na Europa Ocidental e amplia suas posições na repartilha, o que significa aprofundamento da espoliação e agressão sobre os países oprimidos de modo geral e sua contradição com eles.

Mais de 350 soldados alemães serão enviados ao Mali, ademais de 8 helicópteros que substituirão o contingente holandês, que está em retirada. Com esta manobra, a Alemanha contará com cerca de mil soldados agredindo e ocupando o Mali, num total de 15 mil de outras potências imperialistas.

Importante compreender que ademais de incrementar a agressão ao Mali, com este movimento, a Alemanha busca fortalecer sua influência e controle político sobre o território e os recursos, pugnando com outras potências imperialistas em disputa.

A resistência prosseguirá

O incremento da agressão imperialista atiçará ainda mais a situação de crise no Mali e a atuação dos grupos armados que estão em franco enfrentamento com os ocupantes, lutando por expulsar os imperialistas.

Ao todo, mais de 100 soldados ocupantes subordinados a diferentes potências imperialistas (sob o manto de “soldados da paz” da ONU) foram aniquilados pelas ações armadas das massas desde 2013.

Ainda nos últimos dias de novembro de 2016, um ataque ousado ao aeroporto, contra aeronaves dos ocupantes, impôs importante baixa moral nos agressores imperialistas. Contando com dois carros-bomba com mais de 500 kg de explosivo e uma mina terrestre, combatentes da resistência nacional destruíram alguns escritórios da ONU, o terminal do aeroporto e uma aeronave. Algumas fontes militares deram conta que o ataque visava, além das aeronaves dos agressores, uma base francesa que reside dentro do aeroporto, em resposta a um bombardeio realizado em 15 de novembro passado.


Palestina: Baixas no exército sionista

A luta de resistência da nação palestina contra a permanente agressão militar sionista segue impondo sérias dores de cabeça ao ocupante Estado de Israel, e aos imperialistas ianques e sócios menores que o sustentam.

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Palestinos enterram seus mártires caídos na luta contra o sionismo

Seguindo sua política belicosa e genocida dos “três todos” — roubar tudo, queimar tudo e matar a todos —, a besta sionista assassinou, em 19 de dezembro de 2016, um jovem palestino durante repressão a um protesto na aldeia de Beit Rima, perto de Ramallah, na Cisjordânia ocupada. Hazem Ahmed Atta, 19 anos, foi assassinado na ocasião. Um outro jovem ficou ferido pelos disparos dos sionistas.

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