Lutas de Libertação Nacional

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Iraque e Síria: USA impõe terror contra os povos

O imperialismo ianque segue incrementando a matança de massas na Síria e no Iraque, revestida de “guerra ao terrorismo” e “guerra ao Estado Islâmico”, com o objetivo imediato de afogar em sangue a resistência nacional empreendida por grupos armados nestes países.

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Na Síria, o Observatório Sírio de Direitos Humanos denunciou o genocídio praticado pelos ianques entre os dias 15 e 20 de março. Segundo esta fonte, bombardeios efetuados nas províncias de Aleppo e Al Raqqa ceifaram a vida de pelo menos 85 civis, entre mulheres e crianças. Além desses, outro bombardeio efetuado em Alyina, ao sudoeste de Al Atareb deixou 58 civis mortos.

A máquina de genocídio conhecida como Pentágono confirmou os bombardeios e alegou demagogicamente que foram destinados a posições da Al-Qaeda na Síria.

Ainda segundo a mesma fonte, desde o início das operações sanguinárias na Síria coordenada pelo USA, em setembro de 2014, pelo menos 890 civis morreram em bombardeios, entre 212 crianças – o que os ianques e demais imperialistas qualificam surpreendentemente como “terroristas”.

Já em Mossul, no Iraque, os imperialistas ianques, utilizando como carne de canhão o exército semicolonial iraquiano, segue fechando o cerco à população que resiste contra a tentativa de invasão na zona oeste da cidade.

Segundo o grupo Reach, a situação nesta região, por ocasião do cerco ianque, é “muito preocupante”. “As pessoas que permanecem na região oeste de Mossul sobrevivem com reservas de água e de comida cada vez menores”, observa o grupo.


Afeganistão: Ação arrasa 50 pró-invasores

Uma sofisticada operação de arrasamento foi realizada no maior hospital militar do Afeganistão, que abriga feridos do exército semicolonial afegão, localizado na capital Cabul. A ação, que aniquilou 50 pessoas — em sua ampla maioria militares —, foi realizada neste 8 de março e é reivindicada pelo Estado Islâmico.

A operação contou com dezenas de combatentes da resistência nacional que adentraram nos leitos vestidos de médicos e aniquilaram os militares a soldo do imperialismo ianque.

O hospital fica em frente à embaixada do USA e é, portanto, uma grande derrota moral para os imperialistas e seus lacaios.


Somália: Atentado contra quartel militar

Duas ações armadas foram empreendidas na capital Mogadíscio, na Somália, e uma delas empreendeu fogo contra um quartel do exército semicolonial somali. Aproximadamente 13 pessoas morreram.

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Massas beligerantes rechaçam imperialismo

Assumiu a autoria dos ataques a milícia islâmica Al Shabab, que impõe resistência à ocupação colonial do país por tropas genocidas da ONU, serviçal dos ianques. 


Palestina: Exército sionista é rechaçado

Com informações de Secours Rouge

O exército do Estado sionista de Israel foi rechaçado pela heróica juventude palestina enquanto buscava invadir o campo de refugiados Dehesha, próximo de Belém, neste 15 de março.

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Posto fronteiriço na Palestina

Soldados israelenses forçavam a entrada para invadir o campo de refugiados, como correntemente o fazem, quando jovens grandiosamente repeliram o exército com pedradas e paus. Cinco pessoas acabaram feridas e dois palestinos foram detidos.

Barbárie sionista

Na aldeia de al-Abidiya, próximo a Jerusalém, um trabalhador palestino identificado como Ahmad Radaydah, de 27 anos, foi alvejado covardemente por um tiro de fuzil disparado pelo exército israelense enquanto transitava na rua a caminho do trabalho. Não há atualizações sobre seu estado de saúde até o fechamento desta edição.

‘Israel aplica apartheid contra palestinos’

Uma justa conclusão quanto ao conflito israelense-palestino foi emitida por um relatório preparado pela Comissão Econômica e Social para a Ásia Ocidental (composta por 18 Estados árabes do oeste asiático), veiculada a  Organização das Nações Unidas (ONU).

“Claramente e francamente [o relatório] conclui que Israel é um Estado racista que estabeleceu um sistema de apartheid que persegue a população palestina”, define Rima Khalaf, subsecretária-geral da ONU e secretária-executiva da comissão para a Ásia ocidental.

Prontamente, todos os recalcitrantes reacionários na ONU e no mundo se pronunciaram em defesa do regime sionista. Stephane Dujarric, porta-voz das Nações Unidas, esclareceu que o relatório não expressa a opinião do secretariado da ONU (manejado pelos ianques). Já o USA declarou-se “revoltado” com o relatório e exigiu que fosse suprimido de sua qualidade de documento da ONU.

O relatório denunciou o método utilizado pelos sionistas para aplastar o povo palestino e roubar suas terras como sendo “a fragmentação da população palestina” em regiões isoladas.

Já o Estado sionista usou a velha cantilena de se apoiar na besta hitlerista que acometeu os judeus durante a II Guerra para justificar seus crimes contra a Palestina, caracterizando o relatório como “nazista”.

 

Mali: Soldados semicoloniais aniquilados

Uma emboscada empreendida por combatentes da resistência nacional antifrancesa, ligados à milícia Al-Qaeda, aniquilou dois e feriu outros 4 militares do exército semicolonial malinês, neste 20 de março, na cidade de Ansongo.

A emboscada ocorreu na vila de Fafa, próximo à fronteira com a Nigéria. Os combatentes capturaram ainda dois veículos do exército semicolonial e se retiraram exitosamente.

O Mali está mergulhado em profunda guerra civil desde que o imperialismo francês o invadiu sob o manto de “guerra ao narcotráfico” e “guerra ao terror” para escamotear seu verdadeiro caráter de guerra de agressão e de dominação.

Desde então, as massas resistem armadamente contra tropas francesas e da ONU, que ocupam, sobretudo, o norte do país.

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