Forrozeiro nato

Raimundinho do Acordeon vive o forró desde meninoCantor, compositor e sanfoneiro, Raimundo Nonato dos Santos, ou simplesmente Raimundinho do Acordeon, baiano de Juazeiro, vive o forró desde menino. Com muitas músicas voltadas para temas da sua região, o cotidiano do povo nordestino, Raimundinho é um lutador declarado em prol do forró.

— No começo da minha vida musical eu só tocava ritmo, usando o pandeiro, e o gênero sempre foi o forró, eu já era forrozeiro. Aos oito anos de idade já fazia parte de um grupo regional composto pelos meus primos, tocando pandeiro e cantando — conta Raimundinho.

— Minha mãe era minha incentivadora, ela gostava muito de forró e me levava para participar das festinhas aqui no interior, cantando e tocando. Ela me deu uma sanfona de presente — continua.

Assim foi tomando cada vez mais gosto pela música, passando a compor também. Entre suas composições está Sanfona Brasileira:

No meu pé serra quando tem forró, é festa, é farra, é só alegria. Tem gente que soa do pé ao gogó, e o fole só para quando já é dia. Vem dançar, venha também matar saudade, rever uma velha amizade, de amigo ou mesmo de um xodó, é no som de uma sanfona bem brasileira, que gente sem eira e nem beira desabafa dançando forró.

— Gosto do forró e ouço bastante Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinês e, principalmente, Trio Nordestino, essas são minhas principais influências. O primeiro contato que tive com o Trio Nordestino foi um revezamento de show no meu primeiro São João, em 1977, na minha cidade Juazeiro — recorda.

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