Protestos contra a ‘reforma’ trabalhista pelo Brasil

No dia 10 de novembro, inúmeros protestos e bloqueios de estradas foram realizados contra a “reforma” trabalhista da gerência Temer/PMDB e sua quadrilha em 24 estados e no Distrito Federal. A contrarreforma entrou em vigor no dia seguinte aos protestos.

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protesto, carro é incendiado na ponte Rio-Niterói, 10/11
Em protesto, carro é incendiado na ponte Rio-Niterói, 10/11

No Rio de Janeiro, manifestantes incendiaram uma barricada de pneus na Leopoldina, região central da cidade. Mais cedo, um carro foi incendiado na Ponte Rio-Niterói. Ao lado dele foi estendida uma faixa com a inscrição Podres poderes, trabalhador resiste. Em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, manifestantes incendiaram pneus em frente à Reduc, bloqueando o acesso à refinaria.Na capital fluminense, a manifestação contra a “reforma” trabalhista aconteceu no fim da tarde, no centro contando com a participação de milhares de pessoas. Dois manifestantes foram arbitrariamente detidos pela PM.

Em São Paulo, milhares de trabalhadores se reuniram na Praça da Sé, no centro da cidade, com bandeiras, faixas e cartazes. Em Cubatão, metalúrgicos se reuniram em frente à Usiminas.

Em Brasília, Distrito Federal, trabalhadores protestaram no Espaço do Servidor da Esplanada dos Ministérios.

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No Rio Grande do Sul, diversos protestos foram realizados na entrada de empresas e bancos de Porto Alegre e região metropolitana. Foram registrados atos em frente ao banco Banrisul, na capital; da Refap, em Canoas; do Polo Petroquímico, em Triunfo; e da General Motors, em Gravataí.

Na capital da Bahia, Salvador, bancários realizaram manifestação que fechou agências da Avenida Sete, no centro. Em Sergipe, manifestantes bloquearam a BR-101 em dois pontos, no trevo de acesso a Maruim e no trevo de acesso a Nossa Senhora do Socorro.

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