Bandeiras vermelhas da Revolução Proletária

Stalin, Presidente Mao Tsetung e Presidente Gonzalo

Stalin

O monopólio dos meios de comunicação internacional (com seus jornais, revistas, canais de TV, livros etc.), a cada ano que passa e com a aguda crise do sistema imperialista, é obrigado a afirmar e reafirmar que o “socialismo morreu”, “é coisa do passado” e frases do tipo. Isso, claro, no temor que a grande burguesia e todos os reacionários têm de lembrar da época em que o proletariado esteve no Poder e seus privilégios foram combatidos, principalmente na União Soviética (1917-1956) e na China Popular (1949-1976). O “fantasma” da Revolução Proletária, particularmente nos atuais tempos conturbados, os assombra como nunca, e é preciso “renovar” sempre e sempre as calúnias contra os maiores dirigentes revolucionários: é assim que surgem as avalanches de calúnias contra as memórias de dois dos maiores comunistas do século XX, Josef Stalin e Mao Tsetung, ambos nascidos no mês de dezembro, nos dias 18 e 26, respectivamente; e também contra Abimael Guzman Reynoso, o Presidente Gonzalo, chefatura do Partido Comunista do Peru (PCP) e da Revolução Peruana, que completou, no último dia 3 de dezembro, 83 anos.

Após a morte de Lenin, o georgiano Stalin, um veterano militante revolucionário, assumiu a direção do Partido Comunista (bolchevique) da União Soviética e conduziu o brilhante processo de construção do socialismo que, em poucas décadas, tirou o território soviético do secular atraso feudal do czarismo, o transformando numa terra de prosperidade, coletividade e progresso. Foi Stalin (como grande continuador da obra de Lenin) que apontou: “o leninismo é o marxismo da época do imperialismo e da revolução proletária”.

Mao Tsetung

A burguesia imperialista, vendo a URSS consolidar a Ditadura do Proletariado e transformar-se numa potência socialista, não perdeu tempo para financiar campanhas apócrifas, apresentando a época de Stalin como uma “ditadura sanguinária”, um “regime de terror”, entre outras mentiras, quando, na verdade, a luta que se desenvolvia no país era uma ferrenha luta de classes do proletariado contra a burguesia (que havia sido derrotada, mas não extinta). Não teve só uma semana em décadas em que o território soviético não tenha sido alvo de sabotagens e provocações de inimigos internos e externos. Contra a China Popular, que prosseguiu no exitoso caminho da construção socialista até o ano de 1976 - quando morre o Presidente Mao e os reacionários e revisionistas executam o golpe de Estado que deu início à restauração do capitalismo - também é desatada uma campanha de falsificações e distorções.

Stalin foi o grande gênio militar e liderança inconteste da gloriosa Grande Guerra Patriótica, o inesquecível combate que verteu o sangue de 22 milhões de soviéticos e terminou com a esmagadora vitória do Exército Vermelho contra as tropas invasoras e genocidas da Alemanha nazifascista de Hitler. O “Homem de Aço”, exemplar soldado da causa comunista com uma vida inteira completamente entregue ao trabalho revolucionário, veio a falecer em março de 1953 e seu enterro foi acompanhado por milhões e milhões de soviéticos.

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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