75 anos de Stalingrado

Há 75 anos a Batalha de Stalingrado marcou a viragem definitiva do curso da 2ª Grande Guerra Mundial. Sob o comando do Marechal Stalin, as tropas do Exército Vermelho e o povo soviético derrotaram as hordas nazi-fascistas de Hitler na que foi uma das maiores batalhas de todas as guerras e que selou o destino de toda a humanidade, impedindo que o mundo caísse nas mãos da besta nazista.

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Ante o covarde e brutal ataque do imperialismo alemão, o povo de Stalingrado resistiu heroicamente. Sob a direção do Partido Comunista, com as armas que dispunham em mãos, o povo resistiu cavando trincheiras, túneis e dando mostras do quanto amava a pátria soviética e o sistema socialista.

Em honras à imortal Stalingrado, reproduzimos a seguir um trecho da adaptação de uma intervenção do Presidente Gonzalo, realizada no I Congresso do Partido Comunista do Peru (PCP), publicada no blog da Associação de Nova Democracia Nuevo Peru.

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Em 2 de fevereiro de 1943 ocorreu a rendição oficial do Exército alemão - comandado pelo marechal Paulus - ante o Exército Vermelho.

Páginas heróicas! Stalingrado, a maior luta de guerra em cidades, de guerra nas ruas - aquela que gerou o maior número de mortes - foi travada não só casa por casa, mas também quarto por quarto. São capítulos que abalaram o mundo.

Aqui também viu-se claramente o jogo sujo e ardiloso dos aliados imperialistas Estados Unidos, Inglaterra - não fala-se da França, porque ela estava ocupada, e foi ocupada em apenas 18 dias. Ardilosos aliados imperialistas que adiaram o início da invasão da Europa pelo norte para atingir o coração da Alemanha, no intuito de que a Alemanha fascista derrotasse a URSS.

O que poderia fazer a Rússia diante de tal ataque? Aplicar, em seguida, uma defesa estratégica e é isso que foi feito - nós, como comunistas que dirigimos agora a guerra popular, entendemos o que é uma defesa estratégica - e isso foi feito, juntamente com a política de terra arrasada, para não deixar nada para eles, terra nua.

A ditadura do proletariado estava em jogo, a revolução estava em jogo. Não podemos parar em nós mesmos e não podemos simplesmente ficar presos, como diz o presidente Mao, pela defesa de centímetros de terra, nem de panelas. É assim que nós somos, comunistas.

Os fascistas atacaram os portões de Leningrado, às portas de Moscou e em Stalingrado. Porém, não se fez somente terra arrasada, mas guerrilheiros foram colocados e até homens com um bom rifle e uma boa quantidade de munição com sua vodka para o frio. E para aniquilar um destes, os alemães tiveram que perder 40 homens, e essa é a média, camaradas.

É bom reiterar sempre isso: Stalin, líder de guerra com habilidade e sabedoria, sempre tomou em consideração o elemento moral e fez desfilar todos os nazistas derrotados, entregou e jogou suas bandeiras, suas águias, suas suásticas ao pé do mausoléu de Lenin. Não só foi uma grande derrota militar, mas também uma grande derrota moral! A arrogância, e a soberba nazista haviam sido afundadas na lama e pisoteadas, foi o maior golpe moral que receberam! Aí iniciou-se a quebra do Exército nazista.

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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