Milhares nas ruas exigem justiça para Marielle e repudiam intervenção militar

A ativista e vereadora Marielle Franco foi executada com quatro tiros no bairro do Estácio, zona norte do Rio de Janeiro, às 21 horas do dia 14 de março. Anderson Pedro Gomes, motorista, também foi morto e uma assessora foi ferida por estilhaços.

Mais de 3 mil pessoas bloquearam as vias expressas próximas ao complexo da maré repudiando a intervenção militar e as forças de repressão
Mais de 3 mil pessoas bloquearam as vias expressas próximas ao complexo da maré repudiando a intervenção militar e as forças de repressão

A execução de Marielle gerou ampla comoção social, principalmente por se tratar de uma ativista teve um histórico de denúncias aos crimes do velho Estado contra o povo.

Mais de 3 mil pessoas bloquearam as vias expressas próximas ao complexo da maré repudiando a intervenção militar e as forças de repressão
Mais de 3 mil pessoas bloquearam as vias expressas próximas ao complexo da maré repudiando a intervenção militar e as forças de repressão

Protestos em mais de dez capitais do país ocorreram nos dias seguintes ao assassinato, como no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Natal, Fortaleza, Belém, Manaus, Curitiba e Porto Alegre, além de outros lugares no interior do país. No Complexo da Maré, 18/03, cerca de 5 mil manifestantes concentraram-se na Vila do Pinheiro e seguiram pela Linha Amarela e Avenida Brasil.

http://anovademocracia.com.br/207/13c.jpg
Em todo Brasil, millhões de pessoas não se deixam abater por crime político contra Marielle e exigem justiça

No dia 21, milhares marcharam no centro da cidade. Consignas como Por Marielle eu digo não, não à intervenção! e Não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da Polícia Militar! foram amplamente entoadas. Um bloco vermelho estampava a palavra de ordem Abaixo a intervenção militar! Rebelar-se é justo!

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

Se você acredita na Revolução Brasileira, apoie a imprensa que a ela serve - Clique Aqui

Edição impressa

Endereços

Jornal A Nova Democracia
Editora Aimberê

Avenida Rio Branco 257, SL 1308 
Centro - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2256-6303
E-mail: [email protected]

Comitê de apoio em Belo Horizonte
Rua Tamoios nº 900 sala 7
Tel.: (31) 3656-0850

Comitê de Apoio em São Paulo
Rua Silveira Martins 133 conj. 22 - Centro
Reuniões semanais de apoiadores
toda segunda-feira, às 18:45

Seja um apoiador você também:
https://www.catarse.me/apoieoand

Expediente

Diretor Geral 
Fausto Arruda (licenciado)
Victor Costa Bellizia (provisório)

Editor-chefe 
Victor Costa Bellizia

Conselho Editorial 
Alípio de Freitas (In memoriam)
Fausto Arruda
José Maria Galhasi de Oliveira
José Ramos Tinhorão 
Henrique Júdice
Matheus Magioli Cossa
Paulo Amaral 
Rosana Bond

Redação
Ana Lúcia Nunes
João Alves
Paula Montenegro
Taís Souza
Rodrigo Duarte Baptista
Victor Benjamin

Ilustração
Paula Montenegro