RJ: Rodoviários paralisam atividades

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Rodoviários da cidade do Rio de Janeiro paralisaram gradualmente suas atividades na madrugada de 11 de junho, em greve, que ficou conhecida como “paralisação de advertência”. Os funcionários da empresa Paranapuã, contudo, já se encontravam com atividades paradas desde o dia 08/06. Entre as reivindicações estão o pagamento de salários atrasados, 13º, férias, cestas básicas e dissídios de 2017, além do reajuste nos salários, sem aumento há dois anos, e o fim da dupla função.

Estefan Radovic
Funcionários da Ideal, Três Amigos e Paranapuan, RJ
Funcionários da Ideal, Três Amigos e Paranapuan, RJ

Os motoristas do Rio denunciam a situação de exploração. Como a  dupla função, que interfere no desempenho do trabalho, pois precisam receber o dinheiro das passagens e calcular o troco, ao invés de se concentrar somente no percurso. Apesar de sancionada a Lei 6.304 em dezembro do ano passado, que proíbe a dupla função de motorista e cobrador nos ônibus, os rodoviários do município continuam acumulando as duas tarefas. Além disso, de acordo com os grevistas, muitos chegam a trabalhar 16h por dia, tendo em muitos casos de almoçar dentro do coletivo.

A categoria decidiu em assembleia realizada no dia 11 dar uma trégua de 24 horas e voltar ao trabalho no dia seguinte. Após este prazo, eles tornarão a se reunir para decidir os rumos do movimento. A proposta de aumento salarial de 7% a princípio foi aceita, mas os rodoviários ainda exigem que Crivella regulamente a lei que acaba com a dupla função.

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Greve em Manaus

Rodoviários da capital amazonense também paralisaram suas atividades como protesto por melhores condições de trabalho. No dia 29 de maio, cerca de quatro mil funcionários das empresas de ônibus de Manaus declararam greve, que durou mais de uma semana, até que fosse atendida a demanda de um aumento a partir de 4%.

O ato prosseguiu mesmo após a Justiça ameaçar aumentar a multa em caso de continuidade. Com 100% da frota parada e pelo menos 60 veículos destruídos, as reivindicações foram atendidas chegando a um acordo de 5,5%, a ser pago a partir do quinto dia útil do mês de agosto.

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