Guatemala: Dirigentes indígenas são assassinados

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Sete dirigentes indígenas foram assassinados em menos de um mês, no período que vai de 9 de maio a 4 de junho. Eles tombaram em defesa de suas terras contra a exploração das empresas do setor de energia, nativas e internacionais. As organizações que os indígenas dirigiam responsabilizam o presidente da Guatemala, Jimmy Morales, pela morte dos dirigentes.

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Protesto exige esclarecimento do assassinato de Luis Marroquin
Protesto exige esclarecimento do assassinato de Luis Marroquin

Os assassinados foram Luis Marroquin, Alejandro Hernández, Francisco Munguía, Juan Xol Can, Ramón Choc, Mateo Chamam e Florêncio Pérez. As organizações em que estes pertenciam eram o Comitê de Desenvolvimento Camponês (Codeca) e o Comitê do Altiplano Camponês (CCDA).

A luta das vítimas se baseava no acesso à terra, na nacionalização da eletricidade, contra a presença e ameaça de empresários e proprietários de terras e o combate aos despejos violentos de camponeses e indígenas. O Codeca denunciava a falta de distribuição da energia elétrica por parte da distribuidora Energuate (capital britânico) no país, afetando as comunidades indígenas nas áreas rurais.

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