Hungria: Governo impõe ‘lei da escravidão’

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Em meio a onda de protestos, o governo arquirreacionário do primeiro-ministro Viktor Órban impôs corte de direitos aos trabalhadores por meio de uma lei popularmente conhecida como “lei da escravidão”. A medida, aprovada no dia 12 e promulgada em 20 de dezembro, permite que os monopólios obriguem os proletários a acumular 400 horas extras por ano e só pagá-las parceladamente em um período de três anos.

Antes, a lei trabalhista limitava a quantidade de horas extras em 250 por ano, e o limite para o burguês pagá-las era 12 meses. O que já era, por si, um absurdo, agravou-se e despertou as massas populares húngaras. Antes, Viktor Órban já havia endurecido as condições para que uma greve seja considerada “legal” e baixado as taxas (impostos) para os monopólios e multinacionais – hoje, a taxação dessas empresas na Hungria é a mais baixa da “União Europeia”, enquanto o povo paga altos impostos.

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