Agressão ianque ao Irã recebe respostas anti-imperialistas por todo o mundo

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Após o ataque a drone realizado pelas Forças Armadas do USA no dia 3 de janeiro que executou o general iraniano Qassem Soleimani, principal chefe militar e responsável pela Força Al Quds – unidade especial da “Guarda Revolucionária” do Irã – no aeroporto internacional de Bagdá, capital do Iraque, um forte sentimento anti-imperialista e anti-USA reverberou nas massas populares de todo o mundo, mas especialmente no Oriente Médio Ampliado e no Irã, e foi seguido por diversas ações militares contra bases e pontos estratégicos ianques na região.  

O primeiro contra-ataque registrado se deu no dia 8 de janeiro, contra a base aérea iraquiana de Ain al-Asad, onde estavam alocadas tropas ianques e suas aliadas no Iraque e que fora visitada pelo próprio Trump, no fim de 2018. Além dela, uma instalação militar em Erbil (na região curda do Iraque) foi atingida no mesmo horário, momentos antes do funeral de Soleimani. Segundo informações de militares iraquianos, foram 22 mísseis terra-terra lançados de solo iraniano contra as bases, dos quais dois dos que estavam direcionados para a base de al-Asad não dispararam. 

Foto: EFE

Quatro dias depois, a base aérea de Balad, localizada a 80 quilômetros ao norte de Bagdá, foi atacada por pelo menos oito foguetes Katyusha. 

Desde o início das respostas militares contra o USA, o ponto mais atacado foi a Zona Verde, uma área de acesso restrito e altamente militarizada de Bagdá, onde se localizam os prédios diplomáticos e militares mais importantes, incluindo o complexo da embaixada ianque no Iraque. No dia 8, pelo menos dois foguetes Katsyusha explodiram dentro dela, atingindo a embaixada, o que foi confirmado pelo próprio porta-voz da coalizão do USA no país.  

Posteriormente, no dia 26 de janeiro, a Zona Verde voltou a ser atacada. Noticia-se que a embaixada ianque foi atingida diretamente por três foguetes, deixando um ferido não identificado. 

Nenhum dos ataques foram reivindicados por algum autor, porém especula-se que tenham sido responsabilidade do Exército iraniano e de milícias iraquianas apoiadas pelo Irã. 

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