Guerra Popular para triunfar a Revolução

Em países como Índia, Peru, Filipinas e Turquia estão ocorrendo revoluções democráticas por meio de lutas armadas. 

No caso da Índia, os camponeses e povos tribais se organizaram para tomar e repartir os latifúndios (porções enormes de terras acumuladas em poucas mãos através do roubo e expulsão históricos dos povos tribais de suas terras originais) e para impedir que as suas poucas terras sejam roubadas pelas mineradoras. 

Com as terras nas mãos, os camponeses passam a produzir o necessário para a vida, fazem circular dinheiro e levam prosperidade à economia local. Além disso, passam a organizar novas relações de produção, com formas coletivas de trabalho, rumo à nacionalização das terras nas mãos de um novo Estado, com o triunfo da revolução em todo o país. 

O objetivo dos revolucionários é expulsar as “autoridades”, políticos e suas tropas policiais (defensoras do regime político), através da guerra revolucionária, para que, nos locais onde houver “vazio de poder”, sejam estabelecidos novos governos locais, organizados em Comitês Revolucionários. 

Nesses Comitês, todos os camponeses e trabalhadores participam e administram a área sobre a qual governam. Através da guerra, os revolucionários vão expandindo essas áreas e conquistando outras novas, ao passo que estabelecem o Novo Poder e realizam a Revolução Agrária (destruição do latifúndio e da semifeudalidade), levam prosperidade e combatem a miséria local por local, até culminar em todo o país. 

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

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