Alcântara em poder dos Yanques: 60% da área do município foi entregue aos gringos

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Atualmente, mais de 60% da área geográfica do município de Alcântara, no Maranhão, está sob o controle do Ministério da Aeronáutica. A Base — onde está localizado o Centro de Lançamento de Foguetes de Alcântara (CLA) — conta com 700 militares e a Vila Militar é formada por 500 residências. Do Centro Administrativo — onde fica o Comando — para a área de lançamento dos foguetes, são cerca de 10 quilômetros. Agora, o campo de pouso do município é exclusivo da Base, servindo aos oficiais que trabalham no local e visitantes convidados.

Sede da administração e o foguete
símbolo da base

O acesso terrestre pela estrada estadual (MA), leva também a uma pista larga — iluminada — exclusiva para o quartel. Para esse tráfego restrito, nota-se uma estrutura organizada e de boa conservação, comparando-a com as estradas maranhenses. Até aqui, a passagem é livre, mas em seguida, na entrada da Base, é impossível passar para o lado de lá sem a investigação de uma câmara filmadora estrategicamente colocada na guarita, cujas imagens chegam diretamente ao comando. Um sargento e mais três soldados estão à postos, mas sob as ordens de um oficial superior numa sala ao lado.

A população de Alcântara já convive com o militarismo. A lancha que faz diariamente o percurso São Luís/ Alcântara (um barco que comporta 170 pessoas) traz dezenas de soldados com farda camuflada e mochila, principalmente nos finais de semana. A Aeronáutica tem o seu barco próprio, como também ônibus, para transportar o pessoal do cais do município até a Base. Circulam regularmente os coletivos caracterizados. A área do CLA foi construída pela Aeronáutica, no início dos anos 80, nas terras das comunidades de Espera, Cajueiro, Ponta Seca, Suassim, Petital, Marudá e Perú.

Atualmente, cerca de 5 mil pessoas vivem em sete agrovilas que — ironicamente — receberam os mesmos nomes das comunidades nativas em que viviam há mais de 200 anos. E se alguém pensa que o espaço atualmente ocupado pela Base é suficiente para os planos do governo brasileiro na área espacial, está enganado. Outras 10 comunidades, entre elas: Mamuna, Baracatatiuá, Brito, Tapera e Oitíua já foram tomadas, seus nativos cadastrados e até "indenizados" pelo governo: uma conta na Caixa Econômica Federal recebeu os depósitos com valor fixado para todos moradores.

Somente Oitíua, com quase 300 anos de construção, a cerca de 50 quilômetros de distância da Base, dá a dimensão do misterioso projeto. Todos lá já foram avisados — "aqui, agora, é território militar" — e quem não sacou o dinheiro depositado foi porque não o quis.

Ruínas

Alcântara guarda outros segredos coloniais nas inúmeras ruínas de monumentos imensos que jamais foram concluídos pela Coroa. A Igreja Matriz — só a torre, praticamente —, e o castelo exclusivo para o Imperador receber os seus amigos, também estão lá, entre outros paredões visitados dia e noite por qualquer pessoa, até mesmo para fazer necessidades fisiológicas. O município parece destinado a receber obras monumentais, como essa da moderna tecnologia espacial, o mais importante centro de lançamento de foguetes do mundo, por enquanto nas mãos dos ianques. Disso, nem mais um nativo duvida.

Rua Grande em Alcântara antiga

A cidade guarda outras igrejas muito bonitas (que funcionam) e a Rua Grande — um logradouro do centro, com belos casarões do tempo colonial — quase intacta. Na cidade, lembranças do poder, da dominação, permanecem no Museu Histórico e os equipamentos da Festa do Divino, e também as recordações dos caprichos da Corte e dos barões, caracterizados em um símbolo da escravatura, o pelourinho, ainda perfeito, conservado desde a sua construção, bem defronte à entrada da Matriz que jamais foi concluída, não por falta de espaço. Era a regra da época: religião e governo exerciam e conservavam o mesmo poder que, um dia, chega ao fim deixando apenas as ruínas.

Essa é Alcântara — fundada pelos portugueses em 1648, na Baía de São Marcos, a uma hora e meia de barco de São Luís — que o mundo e o Brasil, principalmente, devem conhecer, onde hoje surge uma outra cidade, ainda projetada, cujo povo não sabe como tudo vai terminar.

Alcântara foi conquistada por estrangeiros, é um fato. As pessoas já não ousam falar dela pelo seu valor natural; do índio que não se deixou reduzir à condição de capacho nos casarões portugueses, ou do negro escravizado que um dia se revoltou, soube lutar e erguer seus povoados à beira mar, próximo ao mangue ou aos inúmeros córregos que descem pela vasta vegetação.

Entrada da Base, com vigilância 24 horas

Desse passado as pessoas não falam porque só lhes permitem lembrar da "ponte que foi construída pelo Dr. Sarney", da festa que recorda os castigos aplicados ao homem tornado escravo mas rebelde, da "baronesa que era gentil e popular", do cais a ser inaugurado na cidade... Mas quando alguém demonstra interesse em averiguar a nova realidade, elas respondem sem pestanejar: "Aquilo lá não é mais nosso!". Ou então, "Tá a maior confusão, o governo deu para os americanos".

A entrega da Base e da sua imensidão geográfica, significa uma criminosa capitulação, frente a que invasor for; de um território, com uma cultura, uma história, suas florestas e até do ar que com suavidade queima o corpo do visitante. Inconformismo coerente; para eles "ninguém chega nem perto da Base". Verdade ou não (conseguimos nos aproximar da sede administrativa), de uns tempos para cá ficou mais aguçado o orgulho do maranhense, diante do tal Centro de Lançamento de Foguetes. Conversando, a população demonstra seu ressentimento. Reclama que os motoristas de táxi fizeram um curso para melhor recepcionar o turista que deseja conhecer a Base, mas o programa foi cancelado.

No cais da Praia Grande os arrumadores/servidores opinam que "eles vão ter que isolar aquela área deles e o restante fica para o povo daqui". Não sabem que o plano é ambicioso, inclusive, foram demarcadas todas as terras produtivas. Ainda estão livres os limites da cidade antiga, aqueles que costumam ganhar aspecto de periferia dos grandes centros urbanos, recebendo moradores da área rural e crianças que se postam nas portas dos restaurantes.

Um soldado diz que há "risco de radiação; já tiveram inúmeros problemas... Estão lançando muitos foguetes".

Fácil imaginar o que aconteceria se aquela imensidão não tivesse habitantes, se o negro e o índio não houvessem fundado mais de 200 povoados e vilas que, neste momento, pedem socorro, mas também resistem, denunciando e chamando a atenção do mundo para o que pode (vai) acontecer na América Latina.

FHC em visita a Base foi alertado
de sua importância

Os gringos estão chegando

Em Alcântara não há rastros de gringos, ainda, como em outras cidades brasileiras atrativas. Mas, não há duvidas, eles estão chegando. Um mapa dos EUA decora uma estante na sala de recepção da Pousada do Mordomo, na rua principal. Para a sabedoria popular, principalmente nas concentrações rurais, o prenúncio da invasão de Alcântara por um exército estrangeiro ronda cada habitação. As lideranças populares das sete agrovilas estão constantemente indagando ao coronel comandante, durante as reuniões:
— "É verdade que a Base será vendida para os americanos?".
— "Vendida, nunca será vendida. Pode ser alugada..." é a resposta.

Maria da Glória Silva, líder popular da agrovila Perú, é uma das mais preocupadas. Quando eles fazem reunião para informar sobre os perigos que correm as comunidades que ainda estão "próximas"à área de lançamento, comenta: "Nós sempre perguntamos demonstrando as nossas preocupações: será que vocês não vão vender?... Com vocês nós conseguimos passar, pegar uma palha, babaçu, peixe... e com eles?".

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10 mil nativos na mira do Centro de Lançamento

Perú — construída em 1985 — é a maior agrovila, tem 126 famílias, com quase mil moradores. Dona Glória reconhece que o comando da Base ajuda em alguns pontos, (tem médicos, as crianças têm escola, as pequenas reivindicações populares são atendidas), mas o seu pensamento ainda é o Perú nativo, mata virgem, lá onde "nós tínhamos tudo: babaçu, jussara (açaí), praia, pesca... fazia o carvão e a melancia dava em abundância...
Era como um sítio".


Fora da área da Base, Oitíua continua crescendo

A vida dos nativos dessas sete comunidades, formadas principalmente de remanescentes de quilombos, mudou radicalmente. Viviam em uma área rica por natureza: babaçu, murici, bacuri, manga, cajú, peixe em abundância, caças (cutia, porco do mato) galinhas e porcos, gado criado em pasto natural. Se na comunidade nativa a produção de farinha era mecanizada e hoje, na agrovila, é movida à energia elétrica, nenhum contentamento à parte, porque produção de mandioca não existe. Os 15 hectares recebidos por cada família é o mesmo que nada, porque a alimentação continua vindo das áreas ricas.

A palha tem inúmeras utilidades domésticas e comerciais, além de cobrir as casas. E se eles ganharam água encanada, energia, tv, e casa coberta com telha de barro nos conjuntos construídos, não deixam de ter problemas, porque lá, dizem, "quando a palha apodrecia íamos no mato e pegávamos outra, aqui não podemos comprar telha nova para tapar as goteiras". Esta é a realidade de milhares de famílias que viviam do trabalho de subsistência, e hoje são homens que se sentem humilhados por não ter o que fazer.

Dona Glória diz que "para as crianças foi muito bom. Tem educação, não tem doença (" aqui as crianças não adoecem, mas, lá a gente tinha condição de fazer o que quisesse"). E há um problema muito maior, segundo eles: nem as casas nem as glebas dadas para a produção agrícola têm documentação com os beneficiados. A verdade é que eles não são e nem se consideram donos dos imóveis porque é proibido vendê-los ou reformá-los. O drama que ronda os seus pensamentos é a dúvida de conviver pacificamente com soldados americanos.

Os filhos

E tem mesmo um outro problema que está começando: a população das agrovilas está aumentando. Como diz dona Glória, as crianças adoram, mas como não serão crianças para sempre, os jovens que estão acima dos 15 anos de idade já começam a sentir os mesmos dramas dos pais. Não tem trabalho (ensino mesmo só o fundamental, através de Teleensino) e o pior: estão constituindo família e não têm como construir seus lares.

Dona Margarida Raimunda de Araújo, 68 anos, líder comunitária da Agrovila Cajueiro I (ela morava na comunidade nativa de Cajueiro, tomada pela Base, hoje chamada de Cajueiro Velho) lamenta que os "meninos estão crescendo e não têm onde estudar, nada para fazer e nem onde morar". Aqui tem transporte, mas lá era melhor, a alimentação era mais fácil, tinha fartura, os meninos juntavam muito marisco. Uma maravilha". Em Suassim, na casa com tv do presidente da localidade, José Ribamar Alves, as paredes estão decoradas com recortes de revistas onde aparecem artistas. Ao lado do outro líder popular, Inocêncio Torres, expõe o sacrifício que é viver nessas áreas de terras ruins. Trocaram a fartura de frutas por tiririca, e o maior medo deles é que as outras comunidades, que ainda resistem nas fronteiras da Base, sejam também expulsas. "Senhor, se isso acontecer vamos morrer de fome. A comida ainda vem de lá".

Eles caminham até 30 quilômetros — passam dias e dormem — buscando algum sustento para as famílias. Se arriscam, pedem aos soldados que os deixem entrar, "mas eles não querem deixar tirar nem capim, tinha coco, criação de porco", diz Inocêncio. José Ribamar acrescenta que "lá a gente vivia à vontade. A terra onde a gente morava era liberta, aqui não tem documento dos lotes". Diz que um padre e o pessoal do PT vêm ajudando, mas, desconfia, "a nossa terra foi dada para o pessoal americano", conclui.

José Ribamar denuncia que o pessoal das colônias, para ir à área, tem que passar na cancela — mostrar documento — , mas se mostra temeroso quanto ao acordo com os americanos, porque toda a alimentação das agrovilas vem da área da Base. "Com os brasileiros está ruim, que dirá com eles".

Em todas as colônias formadas pela Aeronáutica os trabalhadores se sentem enganados. Como diz Glória: "Em um ponto eles ajudam, atendem às nossas reivindicações". Mas são medidas filantrópicas, como, recentemente, uma casa de pescador na praia que, para ser construída, a Base deu R$ 500,00, e foram gastos, há pouco, R$ 22 milhões em reforma de estrada, chafariz, casa de farinha e outros equipamentos. Tudo isso, segundo eles mesmos, até para mostrar que as vilas são o futuro daquele povo, a ponto das demais não virem se opor às mudanças.

Na verdade, não mais esperam pelos que eles prometeram: vida com trabalho e alimentação para trabalhadores e sua família. O coronel que saiu — "como era mesmo nome dele... Lobato! — era gente boa... parecia que trabalhava na roça", recorda. Diz que o coronel Lobato entendia a situação deles, "mas agora não dão chance nem aos nossos filhos". Como diz dona Glória, "queremos ser independentes, caminhar com as nossas pernas, mas está difícil".

Todos sabem que, no começo, quase cem por cento da força de trabalho na Base, inclusive os soldados, eram de Alcântara, municípios da Baixada e de São Luís. Hoje, reclamam que até os pedreiros estão vindo de fora. Alegam que a mão-de-obra é despreparada, "mas ninguém quer preparar os jovens para o trabalho, não existem cursos profissionalizantes", lembra um comerciante instalado na área urbana. No seu restaurante, anuncia com satisfação, tem época, quando do lançamento de foguetes, ele não entende nada do que dizem os visitantes, "americanos e japoneses", segundo ele. Regularmente, técnicos de São José dos Campos vão à Alcântara para fazer a limpeza da área após os testes. "Eles estão trazendo tudo de fora, até pedreiro. Não dão chance aos nossos filhos, o coronel entendia essa situação".

Destruição

Não querem somente acabar com a mão-de-obra regional, querem destruir a cultura, o gosto, a preferência e os hábitos nativos. A TV hoje já reina nas noites — até bem pouco tempo não pagavam energia, hoje já tem medidor nas casas das agrovilas — para implantar as idéias do colonizador. "Faça assim, assim é melhor. Você tem água, luz, tv, casa de telha, portanto, faça o que eu mando, o que eu digo". Esse é o lema.

Dona Glória diz que consegue tudo com o comandante: "Ele só ainda não deu foi para a igreja, mas vai dar", garante. Com uma certa satisfação, afastando o terror de ser expulsa pelos americanos, diz que ouve do militar a garantia: "Nós vamos só alugar (a Base) e vocês não vão sair nunca dali, fique tranqüila". A situação das pessoas é de medo e de conformismo. Medo de perder o contato que ainda têm com a área nativa, ainda em poder das outras localidades, porque é de lá que ainda vem o peixe. E de conformismo pelas crianças que hoje têm outra cultura, ou melhor, outras ilusões, quem sabe, até ser soldado da Força Área Brasileira? O outro comandante, Lobato, pelo que ouvimos, seria mais nacionalista, solidário aos nativos, defendia até a natureza. Mas aos poucos as portas para eles estão se fechando.

Nas agrovilas, nem pensar, porque lá são como território militar, mas o Governo do Estado, a Prefeitura ou a Câmara municipal, nenhum desses órgãos está na vida dos alcantarenses do interior. Visitas só de turistas que muitas vezes vêem os nativos como se fossem em um zoológico, pela vontade de conhecer um puro descendente de escravos que formaram um Quilombo. A única coisa que ganharam nesses 300 anos foi um pedaço de terra compartilhada de bom grado muita vezes com índios e que hoje volta a ser cobiçada pelo imperialismo.

400 residências na mira dos foguetes


Dona Glória: dúvida; dona Margarida não esquece a fartura

Inocêncio e Ribamar: sem o que fazer
Oitíua é uma comunidade que tem mais de 200 anos e atualmente possui mais de 400 residências com seus dois mil moradores. Está na área de interesse da Aeronáutica, a cerca de 50 quilômetros da Base. A distância é tão longa, para os moradores, que eles acreditam que lá o governo deve construir um outro quartel para, no caso de uma invasão do CLA, os militares se refugiarem em Oitíua. Parece até brincadeira, mas o vereador Irineu França (Terezinho), quatro mandatos consecutivos, 60 anos de idade, não vê outro interesse senão este, "porque esta área está muito distante do local dos foguetes", argumenta.

Há 18 anos, a área de Oitíua foi vendida por um engenheiro, Celso Pinheiro, que também trabalhava na Base e que se dizia dono da área. Depois dessa venda, a Base, com seus próprios homens e equipamentos fez um completo cadastramento das propriedades, seus donos, tamanho e recursos nelas existentes. Na época, segundo Terezinho, foram registradas 126 casas. Todas foram unilateralmente pagas, através de um depósito na Caixa Econômica Federal. Irineu tem para receber, conforme o depósito: R$14.000,00. A comunidade decidiu, apesar de alguns terem achado melhor pegar o dinheiro, não receber a indenização e contratar o advogado Domingos Dutra para cuidar do caso.

Terezinho conhece o acordo
Segundo o vereador, atualmente 60% do município de Alcântara está sob o domínio da Aeronáutica. Oitíua, apesar de aguardar sem muita crença a sua retirada, não parou de crescer. Hoje são mais de 400 famílias e um comércio que é considerado o segundo de Alcântara, ou seja, o primeiro afora a sede municipal.

O crescimento de Oitíua, a partir de 1986, com apenas 126 casas à época, e hoje com mais de 400 moradias, contrasta com a situação das sete outras comunidades que foram transferidas e ficaram paralisadas. Perú, por exemplo, transferida em 86 com quase 100 famílias, tem hoje pouco mais de 120. Oitíua, como continua independente, apesar da ameaça, cresceu sem a ajuda de nenhum órgão público e nem do domínio administrativo da Força Aérea Brasileira. É por isso que Terezinho pensa, e responde um pouco desiludido: "Acho difícil isso aqui fechar".

Ele mesmo pegou as terras em sua posse e deu para outras famílias construir casas. Foram mais três. Terra boa, o vereador cria em um tanque natural 1000 peixes, tem patos, galinhas, porcos e planta mandioca. Ao contrário dos residentes nas agrovilas que têm casas de farinha com eletricidade, mas não produzem a raiz, devido a baixa qualidade da terra.

É uma comunidade que não descende de escravos, tem moradores, em sua maioria, brancos e de olhos claros. O vereador lembra que hoje Alcântara é cobiçada pelo mundo inteiro e se conforma com o interesse americano: "Quem vai ser contra os Estados Unidos". Ele já esteve na base de lançamento ao lado de todos os presidentes da república, desde José Sarney, e ouviu quando um oficial alertou o Presidente Fernando Henrique sobre as vantagens do Brasil nesta área.

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