Irã condena agressão anglo-ianque

“Os Estados Unidos, em razão da confusa política exterior de Bush, está em conflito com o mundo inteiro e o Irã não é exceção. Mesmo a Europa, com países aliados aos EUA, está em conflito com a política de Bush. Hoje, qualquer país com política independente e que pense diferentemente de Bush é considerado como do outro lado, do lado errado, como o Irã, a quem foi pedido que permaneça silencioso sobre o assassinato de palestinos por Israel.

Mesmo antes do 11 de setembro, o Irã havia declarado o Taleban e Bin Laden como inimigos por causa de suas políticas desumanas. Irã nunca teve qualquer sorte de aproximação ou relacionamento com al-Qaeda.

Até mesmo políticos europeus e britânicos confirmam que o relatório Blair ( sobre o perigo que o Iraque representaria) não pode servir de base para a invasão de um país soberano. Qualquer decisão sobre o Iraque tem que permanecer nas mãos da ONU, em consonância com as leis internacionais. A posição da República Islâmica do Irã é que as resoluções da ONU devem ser aplicadas.

O Irã se opõe completamente à guerra. Nosso país está ativamente envolvido em dar fim a tais pretensões. Nosso governo pediu ao Iraque que implemente as resoluções da ONU, mas ,se a guerra eclodir, permaneceremos indiferentes, neutros”.

EUA prometem dividir botim

Acenando com uma revisão para as concessões de exploração de petróleo no Iraque, segunda maior potência petrolífera, os EUA pretendem angariar simpatias entre os grupos especuladores no mundo. Muito embora esses grupos reconheçam que os EUA ficariam com a parte do leão, caso caia Hussein. Essa tática vem sendo usada desde os tempos de James Woolsey, diretor da Cia entre 1993 a 1995 e conselheiro de grandes corporações. Pelo fato de França e Rússia terem grandes interesses no Iraque, além do petróleo, os EUA pretendem responder às vacilações prometendo que as companhias ianques farão todo o possível para proceder a partilha dos poços com as empresas que aderirem ao cerco à Bagdá.

México votará contra ação militar Ianque

O México votará contra qualquer proposta de ação militar dos Estados Unidos contra o Iraque que ignore as resoluções da ONU. O ministro das Relações Exteriores, Jorge Castañeda, afirmou que a posição do México, na ONU, será em favor de uma solução bifásica, baseada em negociações com o governo do Iraque.Numa primeira etapa o governo iraquiano será chamado a cumprir todas as resoluções da ONU relativas à visita de inspetores dessa organização, encarregados de verificar se o país tem capacidade para fabricar armas de destruição em massa. Em seguida, o Conselho de Segurança das Nações Unidas deverá definir se existe ameaça real para a paz. Só então, uma decisão definitiva deverá ser tomada.

O chanceler acrescentou que a posição do México coincide com a da França. China e Rússia, e que também pode ser a de Camarões e da Irlanda.

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