Tropas do Exército Popular libertam o Nepal

Após o ataque desferido pelo Exército Popular do Nepal, na noite de 14 de novembro de 2002 — quando Khalanga, capital do distrito de Jumla, a 600 quilômetros de Katmandu, recebeu o mais forte ataque, sendo ocupada por cerca de 3000 rebeldes —, novas mobilizações pela independência do país tomam as ruas e as vilas camponesas não libertadas.

Também a capital, Katmandu (450 mil habitantes, aproximadamente), é palco de sucessivos ataques do Exército Popular. O Nepal é constituído por três sub-regiões: a planície do Tarai, fértil e tropical, os platôs centrais, com pastagens e florestas e, as cordilheiras, onde se encontram os picos mais altos do mundo, entre eles, o Himalaia.

A Frente Única no Nepal luta, desde 1996, para derrubar a monarquia e estabelecer uma República Democrática no país. O povo nepalês — descendentes de tibetanos, hindus e mongóis, representando mais de 22 milhões de pessoas —, conserva algumas minorias nacionais que, todavia, passaram a se aglutinar em torno do programa político da Frente Única.

O Exército Popular vem instituindo o poder nas bases de apoio, que se estendem por várias partes do território do Nepal adotando medidas de profundas transformações na economia e na superestrutura do país, constante do programa da Frente Única, para libertá-lo do feudalismo e do imperialismo encravados no chamado Reino do Nepal.

 

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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