Opiniões - 6

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Soberania ameaçada

Um Exército fraco não permite a defesa das fronteiras, principalmente a Amazônia. Uma Força Aérea fraca não permite a defesa de nosso espaço aéreo contra a incursão ianque. Uma Marinha fraca não permite a defesa de nosso comércio, nem de nossas plataformas petrolíferas no mar. O Governo FHC causou males imensos ao País. Gerações sofrerão por isso. Nossos filhos e netos nos perguntaram "como permitiram?" A história há de julgá-lo, e condená-lo ao mármore do inferno.

Hélio de Moura
Pós-graduado, Consultor de Segurança

O que Cardoso deixa

A programação assistencialista e/ou clientelista, Lula vai herdar deste Governo ao se imitir na posse do cetro de Funcionário Público número 1 do Executivo Federal, que zerou a competência salarial até para comprar um botijão de gás de cozinha. No setor público todas as categorias de servidores eram agrupadas num único Plano de Classificação de Cargos (PCC — criado pela lei 5645/70). O governo baralhou tudo o que hoje é feito por "castas de servidores". O aumento diferenciado é um engodo. O governo FHC, nos dois mandatos, deu muito a uma minoria contemplada com Carreiras típicas do Estado e algo irrisório para a maioria dos servidores públicos federais remanescentes do PCC.

Os Tribunais sabem melhor o que aconteceu com este desmembramento inventado pelo governo a titulo de fazer economia. Atende aos setores mais corporativistas e o resto que se dane, por falta de poder de pressão, agrupados no PCC até hoje, isto é, os segmentos com poder de fogo reagem e o governo cede sob pressão, enquanto os que não tem poder de pressão ficam a ver navios, como dizem os nossos irmãozinhos portugueses de além-mar.

Mas, a nossa realidade diz, categoricamente, que não se come plano econômico. O governo come mordomias, o mandatário não sabe o custo e/ou o preço de nada, enquanto o dólar cai e os preços sobem numa mágica incompreensível para os consumidores de bens e serviços. As tarifas públicas disparam no tempo certo e os preços voam nas prateleiras dos supermercados, farmácias e drogarias. E toma tributação em cima. A CPMF, que aqui fora tem a alcunha de imposto, já conseguiu status de permanente, vez que o governo não tem mais jogo de cintura para descartá-la, mesmo que o desejasse, pelo peso da arrecadação que representa na captação de recursos.

Cordialmente, obrigado

Romildo de Brito Ferreira
Cruzeiro Novo – DF

Congratulações

A União Colegial de Minas Gerais (UCMG), parabeniza o jornal A Nova Democracia. É raro e valioso, em nosso país, um material de imprensa que destaque a luta de nosso povo e aponte as perspectivas de uma verdadeira e nova democracia. Precisamos de mais iniciativas deste tipo para desenvolver uma consciência democrática no meio do povo.

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Sensacional o de novembro

De posse do jornal A Nova Democracia de novembro de 2002, interessou-me o artigo na Internet de Armindo Abreu, quando fala do planejamento estratégico do Brasil nas mãos de um conglomerado estrangeiro. Agradeço a sua atenção. Favor informar como adquirir o número de Outubro/2002, já achei sensacional o de novembro.

Ronan Corrêa
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Qualidade de informação sem manipulação

Aqui vão meus elogios pela qualidade de informações do jornal, trazendo aspectos subterrâneos tão importantes que a mídia, ou toca superficialmente, ou manipula sem constrangimento. A matéria sobre Fernando Henrique é ótima.

Yasmin Anukit
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Abordagem correta

Acompanho o jornal A Nova Democracia desde o número 2. Gosto muito da forma como vocês abordam as questões, de forma objetiva e ao mesmo tempo com profundidade. A cobertura e o enfoque que AND tem dado a questão da Palestina é algo louvável, pois precisamos conhecer esta realidade e a mídia sempre vincula as mesmas noticias, sob o mesmo ponto de vista. Espero que continuem assim, trazendo aos leitores aquilo que os outros periódicos não trazem.

Felicitações

Raquel Garcia
São Paulo - capital

Os dois Fernandos: Collor e Cardoso

Tive a oportunidade de ver o seu jornal e o apreciei muito. Entrei no site e decidi colocar minha apreciação sobre o artigo mencionado. Minha opinião sobre o governo FHC é a mesma dos senhores. Acredito que a diferença entre os dois Fernandos — o Collor e Henrique é que o último foi muito hábil em obter o apoio do Congresso e da Justiça deste País, e até da Imprensa. A corrupção em ambos os governos foi grande, cada um segundo a sua peculiaridade.

Lineu Rodrigues dos Reis
Professor – Brasília – DF
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Outros jornais tão bons

Tenho lido o jornal A Nova Democracia desde o número 3. Como sou residente em Caldas Novas-Goiás, não sabia da existência desse bom jornal. Em uma de minhas vindas à Taguatinga (cidade satélite de Brasília) o encontrei. Gostei muito e, como A Nova Democracia, até hoje, se não me falha a memória, em meus 80 anos, só me recordo de dois outros jornais tão bons: o Semanário, editado pelo companheiro Mário Alves — barbaramente assassinado durante a Ditadura Militar — ditadura que, aliás, continua até hoje, usando outro disfarce; e o outro que leio mensalmente que é o "Sem-Terra", do Movimento dos Sem Terra. Fiz este comentário para dizer que chegando a Caldas Novas não só farei a assinatura, como tentarei conseguir outras.

Blasco Miranda de Ourofino
Caldas Novas – Goiás

Nota do Editor
Agradecemos todas as opiniões, comentários e incentivos a nosso Jornal. A boa acolhida que temos tido nos estimula a prosseguir, a cada dia lutando por melhorar nossa publicação, que já está em 6º número. Esperamos mais cartas e sugestões.

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

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