Gerência petista se aproxima ainda mais do sionismo

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Pouco depois de Shimon Peres, chefe do Estado criminoso de Israel, ser recebido por Luiz Inácio e sua trupe no Brasil com honras, foi a vez de o ministro brasileiro da Defesa, o oligarca Nelson Jobim e vários secretários de defesa estaduais, inclusive José Mariano Beltrame, do Rio de Janeiro, realizarem um "intercâmbio" com os senhores da guerra sionistas lá mesmo, na Palestina invadida.


Luiz Inácio e a capitã Priscila, comandante da UPP

Jobim foi visitar instalações das maiores empresas sionistas de tecnologias relacionadas com aviação, mísseis e satélites, prestigiando o aparato construído em terra alheia ocupada e ainda por cima usado eminentemente para massacrar os verdadeiros donos daquele chão. Em março será a vez dele próprio, Luiz Inácio, desembarcar em Israel para mais uma das suas sessões de demagogia, empulhação e escárnio. Irá promover um único entendimento: entre os industriais sionistas e os industriais da semicolônia Brasil.

Lá, Jobim e os secretários participaram de um tal Seminário sobre Segurança Pública para os Jogos Olímpicos. Pelo sugestivo nome, dá pra imaginar o que aguarda o povo do Rio e outras capitais brasileiras na Copa do Mundo, em 2014 e nas Olimpíadas de 2016.

Genocídio olímpico

Desde a visita de Shimon Perez foram firmados acordos de suporte militar ao gerenciamento assassino de Sérgio Cabral, que segue ocupando favelas com as Unidades de Polícia Pacificadora, impondo um regime de terror aos moradores dessas regiões.

Dentre as medidas previstas pela aliança firmada no encontro está o envio de PMs a Israel, para receberem treinamento militar, assim como a compra de aviões não tripulados com câmeras acopladas e novos veículos blindados — "caveirões" — mais modernos e capazes de dar vazão à ininterrupta política de criminalização e extermínio da pobreza nas favelas da cidade, levada a cabo, como nunca, pelos gerenciamentos de Luiz Inácio, Cabral e Eduardo Paes.

Uma das policiais militares que viajou para Israel para aprofundar-se nas técnicas militares anti-povo foi a capitã Priscila de Oliveira Azevedo, que comanda a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do morro Dona Marta, onde o processo de militarização já está prestes a completar um ano. Na comunidade, sobram denúncias de abusos cometidos pela polícia sob comando da capitã, que invade casas, tortura, rouba, humilha e intimida os trabalhadores que vivem na região.  

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