Um 1º de maio para afirmar a autoridade das massas

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O 1º de Maio, Dia do Internacionalismo Proletário, refletiu em 2011 o momento de ânimo revigorado dos trabalhadores de todo o mundo para a organização e execução de retumbantes ações classistas contra a exploração e opressão burguesa. Em quase todas as nações, a efervescência que vem se observando no seio da classe operária culminou no 1º de Maio com agigantados protestos por melhores condições salariais, contra o desemprego e em repúdio à depredação generalizada dos direitos trabalhistas e dos serviços públicos.

Mas o 1º de Maio de 2011 foi, sobretudo, um um dia para mostrar às classes dominantes com quem está a autoridade para determinar os rumos da história neste momento de crise geral dos monopólios. Houve retumbantes marchas proletárias do 1º de Maio no mundo todo. Nas Espanha assolada pelo maior taxa de desemprego em 30 anos, houve nada menos do que 80 marchas por todo o país. Houve violentos confrontos entre os trabalhadores e as forças de repressão na Colômbia transformada em enclave do USA. Cinquenta mil pessoas marcharam pelas ruas da capital da Coreia do Sul, Seul.

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