Eleições na Argentina: e pouca coisa muda no país vizinho

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Pouca coisa muda no cenário argentino com a já esperada reeleição de Cristina Kirchner. Para a oposição mais direitista, Cristina concentra um poder nunca visto depois do regime militar. Para os setores populares, serão mais quatro anos de demagogia e estancamento das lutas populares. O fato é que na Argentina o repúdio à farsa eleitoral aumentou significativamente, sinal de que a popularidade de Cristina, muito inflada após a morte de seu marido Néstor, não é tão grande quanto se pinta.

Muitos argentinos se recusaram a participar da farsa eleitoral, 21,11% dos eleitores não compareceram, 3% votaram em branco e cerca de 1% anularam seu voto nas eleições de 23 de outubro na Argentina em 23, onde o comparecimento às urnas também é obrigatório.

Cristina Fernandez de Kirchner foi reeleita 54% dos votos, a maior porcentagem para um candidato desde o fim do regime militar, em 1983.

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