Jovens desmascaram regime militar nas praças do Nordeste


Ligia M. Nóbrega foi combatente no Araguaia

Jovens de Fortaleza, na sua maioria universitários, tendo à frente Alexandre de Albuquerque Mourão, Viviane Tavares, Gelirton Almeida, Daniel Moskito e Marcos Venícios, decidiram fazer justiça à história do Brasil, especificamente ao período do regime militar fascista. Pelo menos dois espaços públicos que recordavam os dias mais sangrentos do regime dos generais foram rebatizados. São eles, o Centro Social Urbano Presidente Médici e a Praça do Quartel do Vigésimo Terceiro Batalhão de Caçadores, o 23º BC, esse último quase no centro da capital,

A turma de moças e rapazes equipados com tintas, escadas, cordas e placas, não pedem licença a ninguém. Chegam e adotam as providências necessárias para apagar da memória do povo as imagens ou “as mentiras” políticas que a ditadura impôs às massas — diz Alexandre Mourão, um dos integrantes.

Na Praça do famoso 23º BC, no bairro do Benfica defronte à unidade do exército que, nos primeiros dias de abril de 64, concentrou os presos cearenses do golpe eles batizaram o logradouro de “Praça do Preso Político Desaparecido”. Para Alexandre, “relembrar é viver”. Placas e faixas reivindicam “o direito à verdade”, explica ele, acrescentando que o foco atual do Grupo de Arte Ativista é a memória dos desaparecidos políticos no Brasil.

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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