Síria: ONU e al Assad brincam enquanto o povo luta nas ruas

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Prestes a completar um ano, os protestos na Síria aumentam e a repressão contra o povo segue gerando massacres. Mas, além da repressão, o início de 2012 no país foi marcado por manobras políticas do governo antipovo de Bashar Al-Assad e de muita encenação da ONU, Obama e cia.

Os "monitores" do Golfo Pérsico se retiraram do país no dia 25 de janeiro. Segundo eles, os governos que representavam concluíram que o derramamento de sangue não teria fim na Síria. Mas outros 120 representantes continuaram no país para "observar" a situação. Enquanto isso, a Liga Árabe pedia humildemente à ONU que auxiliasse na organização de um plano para acabar com o governo de Al-Assad.

No mesmo dia, enquanto os representantes institucionais brincavam de marionetes com o destino da Síria, os conflitos seguiam explodindo.

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