A luta pelo maoísmo, pela guerra popular e novas cisões


A Revolução Cultural Chinesa trouxe novos ventos ao movimento comunista internacional

Os tormentosos anos de 1960 sacudiram o mundo todo. No centro das grandes lutas de massas se encontrava a Grande Revolução Cultural Proletária (GRCP) na China, que desde o quartel general da revolução proletária mundial inspirou e encorajou uma avalanche de lutas de massas mundo afora contra o imperialismo. No Brasil, estas tempestades também se expressaram com o despertar das massas após o golpe de Estado militar-civil de 1964. O Partido Comunista do Brasil, já reorganizado, luta por forjar-se enquanto um autêntico partido revolucionário do proletariado, aproxima-se do Pensamento Mao Tsetung e da estratégia da Guerra Popular. A luta pela correta assimilação desta ideologia era o principal problema que o desafiava a dar um grande salto.

A grande batalha contra o revisionismo moderno

Com a Carta Chinesa e os Nove Comentários1 que a seguiram, o Movimento Comunista Internacional foi tomado por uma agitação nunca vista, inclusive porque agora objetivamente a luta opunha URSS e China Popular. As hostes revisionistas se viram imersas numa terrível tempestade ideológica, que demolia implacavelmente suas falsificações teóricas e desmascarava seus corifeus, o renegado Kruschov, sua camarilha revisionista na URSS e outros cortesãos seus mundo afora.

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

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