Itaipu Binacional: uma estratégia geopolítica do imperialismo

Não há estudos suficientes para afirmar categoricamente, mas há contundentes indícios para formular a hipótese de que a construção de Itaipu Binacional fez parte de um projeto estratégico do imperialismo, não apenas para submeter o Paraguai, mais que isso, para anexar o país vizinho a um projeto dos militares brasileiros, submissos aos interesses do capitalismo mundial. O Brasil como país subdesenvolvido, aceitando o papel de coadjuvante da expansão do capitalismo inglês, no século XIX cumpriu o papel de acabar com o Paraguai tanto do ponto de vista econômico como cultural. Cem anos após a guerra (1865-1870), militares brasileiros e paraguaios estabeleceram um acordo para a construção de uma Usina Binacional (1966) "para aproveitar o potencial hidroelétrico do Rio Paraná". Tudo muito bonito no papel, se não fossem as razões subterrâneas motivadas por interesses dos militares brasileiros.

Poucas pessoas sabem, mas em 1962 já havia um projeto elaborado pelo engenheiro Marcondes Ferraz (posteriormente presidente da Eletrobrás), projeto este feito a pedido de Gabriel Passos, então ministro das Minas e Energia no governo de João Goulart, para construção da usina de Ilha Grande, no mesmo Rio Paraná, acima da cidade de Guaíra, há duzentos quilômetros da atual Usina de Itaipu.

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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