O choro também se canta

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Ligia e Ademilde Fonseca, homenageada no CD Choro Cantado

A cantora belorizontina Lígia Jacques, além de participar de aproximadamente trinta discos de outros artistas, entre eles Geraldo Alvarenga e Rubinho do Vale, lança seu segundo disco solo, desta vez só de choros cantados, homenageando Ademilde Fonseca. A proposta é registrar esse gênero, já conhecido por ser melodicamente rico e unido a poesia com letras bem trabalhadas, ajudando a divulgar essa espécie de choro desconhecido de muita gente.

— O choro é originalmente uma música instrumental, porque é melodicamente completo e elaborado, com intervalos difíceis de cantar, mas, ao contrário do que muita gente pensa, pode ser cantado. A Ademilde Fonseca foi e é ainda a nossa grande referência do choro cantado. Pode considerar que o primeiro choro com letra foi o Tico-tico no fubá, do Zequinha de Abreu e Eurico Barreto, cantado por ela, por volta de 1945 — conta Lígia.

— Ela estava em uma roda de choro das muitas que se faziam naquela época, e quando eles foram tocar o Tico-tico no fubá, ela disse: 'Deixa eu cantar essa música?'

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