Forte guinada ao racismo aberto na Europa

Em meio à crise profunda daqueles a quem realmente prestam contas, ou seja, o grande capital monopolista, os chefes políticos dos Estados burgueses europeus mandam às favas o jogo de palavras e aparências que ajudaram a construir o mito da Europa solidária e hospitaleira, assumem abertamente o caráter antipovo de suas administrações e ensaiam uma escalada xenófoba, fascista, sem precedentes nas últimas décadas no "velho continente", com medidas racistas sendo implementadas às pressas e discursos oficiais de clara aversão a imigrantes levando a crer que coisa pior está por vir. E um dos maiores exemplo vem justamente do país onde a patranha da boa Europa do capital mais é repetido à exaustão para parecer verdade.

Em campanha para se reeleger presidente da França, Nicolas Sarkozy abandonou de vez a demagogia que o cargo lhe impunha e voltou a assumir abertamente sua veia racista e xenófoba que aflorava de maneira tão clara à época em que ele ainda era ministro francês do Interior, quando era conhecido como um verdadeiro caçador de estrangeiros.

Açulando o povo francês contra seus irmãos trabalhadores que chegam de outros países para tentar melhor sorte no país da "Igualdade, Liberdade e Fraternidade", e com a convicção de que isso pode lhe render mais votos do que a rival François Hollande, do oportunista Partido Socialista francês, em meio à crise geral que acomete também o capitalismo francês, Sarkozy prometeu reduzir pela metade a chegada de imigrantes à França, dizendo que há "imigrantes demais" no país.

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