A política do garrote se impõe aos setores populares

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Leonor Boyán: espancada, interrogada e abandonada num hospital

Para impor-se com o "princípio de autoridade", o governo do MAS não hesitou em reprimir as associações e os sindicatos, e, às vezes, individualmente os dirigentes ou militantes das manifestações populares. É o caso da enfermeira Leonor Boyán, que foi brutalmente espancada, interrogada e depois abandonada num hospital por policiais que a acusaram de lançar uma pedra no vice-ministro de governo.

As explicações do governo vieram logo: ela tinha um objeto "parecido com uma pedra", não foi torturada, mas teria levado "golpes indiretos". Antes de divulgar essas desculpas, o próprio vice-ministro Pérez, o promotor e um grupo de policiais foram interrogá-la por duas horas na sala de terapia intensiva do Hospital do Tórax, às onze e meia da noite do dia em que foi espancada.

Na semana passada, os trabalhadores da saúde, estudantes de medicina e médicos enfrentaram radicalmente a polícia, que estava armada com escudos, gases e carros blindados.

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