Família e amigos dos Prazeres

http://www.anovademocracia.com.br/91/10c.jpgCom um imenso acervo de instrumentos percussivos do Brasil e do mundo, a Orquestra dos Prazeres surgiu de um desejo do músico Lucas dos Prazeres de dividir experiências sonoras, que vão dos maracatus e cavalos marinhos até o mais fino erudito, passando pelo batuques afro-brasileiros bem presentes em sua história. Bastante ligado à família e aos companheiros do Morro da Conceição, bairro Casa Amarela, em Recife, onde nasceu e até hoje reside, Lucas os reuniu no palco para usar o seu acervo, tocando o repertório das suas vivências.

— Dos Prazeres é mesmo o meu sobrenome, herdado de minha mãe e minha avó. Sou oriundo da dança, mas trabalho com música desde os quatorze anos de idade. Meus pais foram bailarinos, se conheceram no universo do movimento, das artes cênicas. Dançaram e viajaram com espetáculos de dança, e logo nas primeiras viagens minha mãe retornou grávida. Então quando nasci já entrei nesse universo — conta Lucas.

— Até os treze anos de idade estive na dança, mas não profissionalmente, por ser muito novo ainda. Foi através da leveza dos movimentos da dança que tive meus primeiros contatos com o mundo rítmico. Também me chamava atenção os batuques afro-brasileiros no meio da minha família, e por conta do carnaval, que é muito forte aqui no meu bairro, comecei a mexer um pouco com percussão. Muitos parceiros do universo da dança já tocavam nos blocos de carnaval e isso me despertou ainda mais — continua.

Segundo Lucas, o Morro da Conceição, é um dos doze morros do bairro Casa Amarela, em Recife, todos muito festivos.

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