Crise geral também acossa imprensa burguesa

A imprensa internacional dita "de referência", bem como os braços nacionais e regionais do monopólio dos meios de comunicação, é controlada por grandes conglomerados econômicos. Esses muitas vezes nutrem interrelações acionárias com grupos industriais monopolistas de outros ramos - como, por exemplo, o de armas e do capital financeiro. Como se vê, tratam-se de empresas capitalistas como outras quaisquer.

Como tal, o monopólio dos "conglomerados de mídia" está com a corda no pescoço, como a generalidade dos grandes grupos econômicos transnacionais, ora agonizantes em meio à crise geral que acomete o capitalismo em sua fase de putrefação. A forte reação que se vê nas páginas e nos telejornais da TV e dos jornais burgueses são, em parte, vocação e função de pregoeiras das políticas antipovo nos quatro cantos do planeta, e são, em outra parte, sintomas dos seus próprios espasmos de moribundo.

Os sinais estão por toda parte. Em artigo publicado recentemente naquele que talvez seja o grande bastião da imprensa burguesa mundial, o jornal ianque The New York Times, o jornalista David Carr dá conta da agonia desta atividade que visa o lucro e a retroalimentação do capitalismo bradando em nome da "qualidade do jornalismo" (Leia-se: perpetuação dos bons serviços prestados pela imprensa burguesa ao sistema de exploração do homem pelo homem).

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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