Choro de pai pra filho

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O Brasil Musical: Carlos Roberto, Marcos, Fábio Miudinho e Renato com a convidada Debora Germani

Filho do importante chorão mineiro, Reinado Rocha, clarinetista oriundo do Vale do Jequitinhonha, Renato Rocha segue o caminho do pai com a banda Brasil Musical. Aproveitando um cenário totalmente favorável ao choro em Belo Horizonte, o grupo se apresenta fixo em bares da cidade e eventos diversos, também pelo interior do estado, com um repertório diversificado, que além do choro e da seresta, inclui samba, baião e outros gêneros brasileiros.

— Comecei minha vida de músico quando rapazinho, no meio de familiares e amigos, tocando violão informalmente. Tenho uma raiz musical muito forte, digamos assim, por conta do meu pai, que já era conhecido nessa época. Ele tocou com nomes importantes daqui e do Brasil inteiro, pessoas como: Bolão, Mozart, Waldir Silva, Altamiro Carrilho, Jorginho do Pandeiro, e muitos outros — Conta Renato.

— Depois me casei, adquiri responsabilidades com família e para sustentá-la fui trabalhar na gráfica que meu pai tinha na época, deixando a música de lado. Mas um dia fiquei com a incumbência de consertar o cavaquinho de um amigo nosso, e ele acabou me dando o instrumento. Isso me despertou e comecei devagarzinho a descobri-lo, e quando vi já estava no grupo desse rapaz — lembra.

— Passei a tocar profissionalmente em 1990, depois de muitos anos afastado, tocando cavaquinho. Participei de grupo de baile, e em 2000, quando montei o conjunto Brasil Musical, mudei para o violão, porque existia uma certa defasagem de violonista no choro aqui, na época. E desde esse retorno ao meu primeiro instrumento, não o abandonei mais — continua.

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