Síria: Quatro militares ianques executados

Local da explosão. Foto: AFP

Em Manbij, no norte da Síria, quatro militares ianques foram mortos e três ficaram feridos numa explosão durante uma patrulha, no dia 16 de janeiro. Órgãos da imprensa internacional afirmam que os quatro mortos eram dois militares das Forças Especiais ianques, uma agente da Agência de Segurança Nacional (NSA, sigla em inglês) e uma agente síria de uma “Empresa Militar Privada” (grupo mercenário internacional à serviço do imperialismo), todos eles veteranos das diversas intervenções militares ianques em países como Iraque, Afeganistão e Iêmen.

O ataque foi feito por um homem-bomba do grupo Estado Islâmico da Síria, em uma emboscada. Os militares do USA estavam agindo em cooperação com as chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), grupo fundado em 2016 por colaboradores árabes e principalmente curdos que têm servido de vanguarda do imperialismo na Síria.

O ataque ocorre logo após Donald Trump anunciar a retirada aparentemente gradual do apoio militar ianque às FDS. A retirada foi anunciada com gritos de vitória contra o Estado Islâmico, o que revela ainda mais o impacto do ataque direto do grupo contra as forças militares do USA na Síria.

A cidade de Manbij é alvo de considerável disputa entre Turquia, grupos armados curdos financiados e apoiados pelos ianques, Síria e Rússia. Desde o fim do ano passado, o governo do reacionário Erdogan ameaça invadir o cantão que, desde o início da guerra civil na Síria em 2011, é governado por forças curdas apesar de que, desde 2016, os USA manterem uma base militar na pequena cidade.

A disputa escalou-se com o anúncio de retirada ianque, deixando os curdos sem seu principal bastão de mando e proteção militar contra a Turquia. Consequentemente, além das patrulhas ianques, há presença também de, desde dezembro de 2018, militares do exército do velho Estado sírio, gerenciado por Bashar Al-Assad e de militares do imperialismo russo, rivais do USA no jogo da subjugação do povo sírio. 

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