Índia: Boicote atinge 40% do censo eleitoral

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No dia 11 de abril ocorreram as eleições para a composição do parlamento indiano. Ao todo, segundo o monopólio de imprensa, são 900 milhões de eleitores, dos quais 40% não compareceram às urnas.

Foto ilustrativa

O grande número de pessoas que rechaçaram a farsa eleitoral se deve à vigorosa campanha de boicote impulsionada pelo Partido Comunista da Índia (Maoista) e pelo EGPL (Exército Guerrilheiro Popular de Libertação).

A imprensa informou que, no distrito de Gadchiroli, centenas de cartazes maoistas apareceram denunciando a farsa eleitoral em vários pontos e locais. Com isso, o processo eleitoral foi suspenso em Bhamragarh, Sironcha, Aheri, Dhanora, Etapalli e outras partes do distrito, por conta da campanha promovida pelos maoistas.

Na região conhecida como “Corredor Vermelho”, na qual o PCI (Maoista) tem sólidas bases de apoio, as eleições estão paralisadas.

Ações são realizadas em resposta à farsa eleitoral

A imprensa local relatou que, em resposta à farsa eleitoral, os maoistas realizaram ataques às forças repressivas mobilizadas junto com a eliminação de políticos reacionários.

Destroços de carro de político do Partido Bharatiya Janata (BJP), partido reacionário indiano, atacado por combatentes.

No estado de Chhattisgarh, mais exatamente nos distritos de Bastar, Dantewada, Konta, Bijapur e Narayanpur foram deslocados cerca de 80 mil policiais e "autoridades" para tentar quebrar o boicote revolucionário. Foi relatado que 23 pessoas foram presas em vários incidentes nas seções de votação. Também há relatos de explosões em alguns colégios eleitorais no distrito de Gaya.

Ainda segundo o monopólio indiano Hindustan Times, 12 funcionários do Departamento de Recursos Hídricos do estado de Odisha, que foram capturados pelo EGPL, em 11 de abril, em meio às ações de boicote ao circo eleitoral, foram liberados em perfeito estado físico e de saúde.

Eles foram capturados quando unidades guerrilheiras interceptaram as lanchas que eles pilotavam, nas áreas de Jantri e Sindhiput, na grande represa de Balimela, no distrito de Malkangiri.

Ainda no dia 08/04, um membro do Polícia de Fronteiras Indo-Tibetana (PFIT) foi ferido pela explosão de uma mina plantada por combatentes comunistas enquanto fazia uma patrulha perto da aldeia de Panchal Fadki, sob os limites da Esquadra Manpur, no estado Chhattisgarh, distrito de Rajnandgaon.

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