MG: Intervenção classista no ato unitário do 1º de Maio em Contagem

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Fotos: A Nova Democracia

O 1º de Maio de 2019 em Contagem, Minas Gerais, teve a intervenção do bloco classista e combativo formado por operários, funcionários públicos e movimentos populares que estão trabalhando para a construção da Greve Geral de Resistência Nacional. Entre eles estão o STIC-BH (Marreta), Sindados, Sintect, Comerciários de BH, Borracheiros, Comerciários de Contagem, Sindofe, Liga Operária, Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate), Luta pelo Socialismo (LPS), Liga dos Camponeses Pobres (LCP), Movimento Feminino Popular (MFP) etc.

O bloco combativo ergueu faixas, bandeiras e distribuíram o panfleto intitulado 10 motivos para a Greve Geral, que foi elaborado coletivamente pela Plenária Sindical. O ato, convocado pelas centrais sindicais, teve início às 7h30 na Praça da Cemig e foi encerrado às 11h na Praça do Trabalhador.

A programação teve a abertura com a missa aos trabalhadores. A intervenções dos sindicalistas e movimentos populares denunciaram as políticas de ataque do governo Bolsonaro - tutelado pelo Alto Comando da Forças Armadas -, que estão atacando os direitos trabalhistas e do povo em geral para servir às políticas do imperialismo, principalmente ianque. Os manifestantes gritaram palavras de ordens denunciando o crime da Vale em Brumadinho e conclamando o povo para a Greve Geral de Resistência Nacional.

Destacamos duas intervenções: a do presidente do Sintect-MG, Robson, que denunciou a política do governo Bolsonaro de entregar as empresas de Correios e Telégrafos e privatizar a  Refinaria Gabriel Passos (REGAP); e a fala do coordenador da Liga dos Camponeses Pobres, que denunciou o caráter reacionário de Bolsonaro e sua nefasta condição de lambe-botas do imperialismo ianque.

Além disso, o coordenador da LCP também denuncia a sanha do governo em insuflar os latifundiários a seguirem assassinando os camponeses, ao dizer que irá favorece-los caso eles atirem nos que tentarem “invadir” suas terras. Ele afirmou que os camponeses já resistem há séculos a esses ataques e não será esse favorecimento que freará a luta pela terra no Brasil. Em seguida, o coordenador da LCP conclamou o povo para a Greve Geral.

Após as intervenções os manifestantes saíram em passeata até a Praça do Trabalhador, onde se dispersaram.

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