Belo Horizonte: Agitação defende a Greve Geral por tempo indeterminado

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Na tarde de 10 de maio, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de BH e Região (Marreta), a Liga Operária, o Movimento Feminino Popular (MFP) e o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) realizaram uma agitação e distribuição do boletim com os 10 motivos pela Greve Geral na Praça Sete, Centro de Belo Horizonte, capital mineira. Foram distribuídos cerca de 4,5 mil boletins e foram vendidos alguns exemplares do jornal A Nova Democracia.

Fotos: Atividade contra a "reforma" da Previdência e pela Greve Geral realizada em Belo Horizonte, Minas Gerais. Maio de 2019

A receptividade foi boa e muitos populares pegaram o material para distribuírem nos bairros. A agitação reproduzia alguns pontos dos 10 motivos pela Greve Geral e no som se revezaram representantes do Marreta, da Liga Operária, do MFP, do MEPR e outros, todos chamando o povo para a construção da Greve Geral por tempo indeterminado.

Muitos concordavam com gestos de positivo, quando era citado trechos do boletim, que pode ser acessado através do site www.sticbh.org.br. Em nota enviada à Redação de AND, a Liga Operária informou que: “No site do Marreta todos podem baixar em PDF o boletim e os cartazes que foram confeccionados em dois modelos: amarelo, com letras vermelhas, e vermelho com letras amarelas. Todo o esforço se faz necessário, temos de jogar pesado e buscar organizar o povo no campo e na cidade para pormos abaixo essa política de cortes de direitos e entrega de nossas riquezas”.

A Liga Operária afirma ainda que “o governo Bolsonaro/PSL está trabalhando com seus apaniguados, para tentar impor as 'reformas' impostas pelo Banco Mundial/FMI e principalmente pelo imperialismo americano, governo respaldado e tutelado pelo Alto Comando das Forças Armadas, que, longe de ser patriota, é bajulador e americanófilo. Falam em defender o Brasil para o brasileiro mas, na verdade, estão querendo entregar tudo aos ianques. Frente a tudo isso, precisamos nos organizar e eles já sabem que não poderão conter a fúria das massas, que cedo ou tarde se levantaram, como os caminhoneiros no ano passado e a juventude combatente em 2013”.

“Eles tentam criminalizar as lutas sociais e destruírem as organizações de classe, atacando os sindicatos e baixando leis e decretos transformando a justa luta do povo em crime de terrorismo. Não é a toa que o Alto Comando das Forças Armadas ocupam cargos importantes nesse governo, mesmo com as pugnas entre eles, na briga pelo poder desse velho e apodrecido Estado burguês-latifundiário, serviçal do imperialismo, principalmente ianque”, continua.

E conclui: “Por isso temos que nos preparar para grandes embates e essa luta deve ter a participação de todas as classes exploradas e oprimidas, unidas em uma forte aliança operário-camponesa em defesa de uma pauta única construída no fogo da luta. Contra o assalto à Previdência! Greve Geral! Pela revogação da 'reforma Trabalhista'! Greve Geral!”.

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