Goiânia: Manifestantes queimam bandeira ianque em ato da Greve Nacional da Educação

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Fotos: Comitê de Apoio ao AND - Goiânia

No dia 15 de maio, o chamado pela Greve Geral contra o governo Bolsonaro e seus asseclas reverberou na cidade de Goiânia. Em uma manifestação na qual estavam presentes mais de 40 mil pessoas, o povo entoou palavras de ordem contra os cortes na educação, contra a "reforma" da Previdência, contra a criminalização da luta popular, contra o entreguismo lambe-botas do capitão reformado e contra tantas outras medidas antipovo deste governo pró-ianque.

O dia começou com panfletagem para os trabalhadores da SANEAGO (companhia de abastecimento de água e esgoto) e da ENEL (companhia de energia); com atos na Universidade Federal de Goiás (UFG), com assembleia de cursos e assembleia geral estudantil; com assembleia unificada de professores do estado, do município de Goiânia e de Aparecida de Goiânia.

Nessa assembleia, o Sindicato dos Servidores da Educação de Goiânia (SIMSED), o Sindicato Comando de Luta da Educação de Aparecida de Goiânia e a Associação Mobilização dos Professores de Goiás (MPG) começaram sua mobilização com a defesa da Greve Geral.

Os estudantes da Universidade Federal de Goiás e do Instituto Federal de Goiás fizeram uma calorosa assembleia unificada na Praça Honestino Guimarães (Praça Universitária).

Demonstrando sua indignação e repúdio à gerência de Bolsonaro, os manifestantes atearam fogo nas bandeiras de Israel e USA, denunciando as ações entreguistas deste governo lambe-botas do imperialismo ianque e sionista. Enquanto estes símbolos do imperialismo ardiam em chamas, as massas entoaram: "Fora ianques da América, Latina!" e "Fora Israel da Palestina!". Deixando uma clara mensagem de que o povo brasileiro rechaça todas as ações de guerras destes países imperialistas contra os povos em todo o mundo, principalmente o povo palestino.

Foto: Reprodução/Facebook

O ato foi fervoroso e combativo, expressando a energia de luta das massas ao se revoltar contra um governo de canalhas vende-pátria. O cenário que se desenha é uma grande onda de revoltas populares com reivindicações por direitos e melhores condições de vida.

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