PM agride estudantes indígenas e quilombolas em Brasília

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Foto: Permanência Já!

Em mais uma demonstração de selvageria, a Polícia Militar (PM) do Distrito Federal atacou violentamente os estudantes indígenas e quilombolas que participavam de uma marcha em direção ao Ministério da Educação (MEC), no último dia 4 de junho, em Brasília. De acordo com o site Permanência Já, dos oito jovens que ficaram feridos, três foram hospitalizados.

Os estudantes estão reunidos em Brasília para participar da II Mobilização Nacional dos Estudantes Indígenas e Quilombolas, e cobrar do governo de Jair Bolsonaro – tutelado pelo Alto Comando das Forças Armadas – a manutenção dos programas de educação e saúde voltados para os povos originários. É claro que temas como a contrarreforma da previdência, os cortes de verbas nas instituições Federais, e a manutenção dos programas de saúde indígena também serão abordadas.

Considerada a principal pauta de reivindicação dos estudantes reunidos em Brasília, o programa Bolsa Permanência garante aos estudantes quilombolas e indígenas em situação de vulnerabilidade socioeconômica a possibilidade de continuar estudando nas instituições federais de ensino superior longe de suas aldeias e comunidades. Estima-se que 5,2 mil estudantes tenham ingressado no ensino superior entre o segundo semestre de 2018 e o primeiro de 2019. Mas esse número pode ser ainda maior, pois o MEC não possui nenhum levantamento a respeito.

A II Mobilização Nacional dos Estudantes Indígenas e Quilombolas contou com a participação de estudantes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto Federal da Bahia (IFBA).

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