Vídeo: Juventude Combatente revida cerco da PM e do Exército reacionário no Rio

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Muitos soldados e até mesmo tanque de guerra foram mobilizados pelo Exército reacionário para intimidar e impedir a passagem de manifestantes. Foto: Ellan Lustosa / A Nova Democracia

Reunindo aproximadamente 100 mil trabalhadores e estudantes no Rio de Janeiro, o ato da Greve Geral de 14 de junho concentrou-se na Candelária e marcharia até a Central do Brasil.

No entanto, um enorme contingente da Polícia Militar e do Exército reacionário tentou impedir a marcha de prosseguir quando ela se aproximou do Pantheon de Caxias (onde estão guardados os restos mortais do genocida patrono do Exército e onde é sediado o Comando Militar do Leste). Os militares estacionaram até um tanque de guerra em frente ao Comando Militar com o objetivo de intimidar os manifestantes.

A juventude combatente respondeu, tentando prosseguir, e houve confronto. Balas de borracha, bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo foram lançadas pela repressão, enquanto os jovens combatentes lançaram morteiros, pedras e garrafas. Vários estudantes e trabalhadores foram feridos com a truculência policial.

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