Greve Geral: Diversas categorias vão às ruas de Salvador (BA)

Foto: Itana Alencar/G1

Em Salvador, Bahia, no dia 14 de junho, dezenas de milhares de pessoas foram aos atos contra a "reforma" da Previdência que teve pela manhã na Rótula do Abacaxi e pela tarde saindo do Campo Grande até a Praça Castro Alves ,no Centro. Comerciários, bancários, professores, petroleiros, rodoviários, maquinistas e várias outras categorias paralisaram suas atividades.

Pela manhã foi fechada uma via no sentido da Avenida Heitor Dias com os manifestantes seguindo em marcha para a Avenida ACM, bloqueando as vias do Shopping da Bahia.

Na parte da tarde, cerca de 50 mil pessoas deram continuidade aos protestos na Praça do Campo Grande 

Um dos manifestantes, funcionário da Petrobras, no início do ato pela tarde, disse que "com 16 anos de governo [do PT] os sindicatos desaprenderam a mobilizar para greves". Porém, com o tempo, foram chegando cada vez mais e mais pessoas para o ato.

Vários cartazes e faixas denunciavam o roubo da Previdência e as políticas reacionárias de governo Bolsonaro e dos generais. Um grupo levou uma faixa com os dizeres "Barrar políticas antipovo! Greve Geral e Rebelião" e um "fantoche" do presidente Jair Bolsonaro ornamentado com bandeiras do USA, numa alusão ao caráter de serviçal e capacho do imperialismo ianque.

Como bem disse Ednéia Santos, estudante de Pós-graduação da UFBA, "É de suma importância esta mobilização e a Greve Geral, assim como outras que devem ocorrer durante o ano até a derrubada deste desgoverno que está aí.  Temos uma ditadura num novo formato com militares no governo. Devemos manter a mobilização e não podemos parar um segundo até conseguir esse objetivo que é derrubar esse governo". 

Forças militares da tropa de choque foram usadas em estações do metrô para manter a vigilância e funcionamento da linha que havia indicação de paralisar. Os atos ocorreram sem qualquer problema.

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